POLITÍCA NACIONAL

Acesso à internet no ensino público será discutido em subcomissão

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Debater o acesso de estudantes e professores da rede pública a dispositivos com conexão à internet de alta velocidade será tema de reunião da Subcomissão Temporária para Acompanhamento da Educação na Pandemia, na segunda-feira (27), às 10h.

A audiência pública interativa semipresencial dará seguimento à discussão de assuntos relacionados com os impactos da pandemia de covid-19 no ensino, com o objetivo de projetar os melhores caminhos para dar continuidade às atividades escolares, especialmente de forma remota, e propor medidas para recuperação da perda de aprendizado provocada pela suspensão das aulas durante a crise sanitária.

Foram convidados para a reunião a professora-adjunta da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Lilia Asuca Sumiya, o professor Paulo Blikstein, da Escola de Educação da Universidade de Stanford; e um representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Vinculada à Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), a subcomissão é presidida pelo senador Flávio Arns (Podemos-PR).

Joás Benjamin sob supervisão de Patrícia Oliveira

Como participar

O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e‑Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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POLITÍCA NACIONAL

Tarcísio de Freitas: pessoas nas ruas e cracolândia serão prioridade

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Tarcísio de Freitas participou do Roda Viva
Reprodução

Tarcísio de Freitas participou do Roda Viva

O pré-candidato ao governo de São Paulo Tarcísio de Freitas elegeu a cracolância e as pessoas em situação de rua como prioridades em um eventual governo. Segundo o ministro da Infraestrutura, situação é “complexa”, e demanda “integração de várias políticas públicas”.

“Obras de infraestrutura são importantes, sem dúvida que são, mas determinadas situações me preocupam muito hoje, por exemplo a situação dos moradores em situação de rua. É super complexa, me preocupa a cracolândia. E observe, é complexa na medida em que demanda integração de várias políticas publicas. Acolhimento, assistência e desenvolvimento social, saúde, porque preciso fazer o tratamento do dependente químico, e de habitação, por que a pessoa não vai para a rua por que consome drogas, ela consome drogas por que vai para a rua”, disse, em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura.

Ele aponta que o déficit habitacional é um dos principais componentes da questão. Um levantamento feito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgado no início de junho apontou que, apenas na capital, 42,2 mil pessoas estariam vivendo nessa situação de vulnerabilidade. Em janeiro, um censo feito pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento social apontou para um crescimento de 31% nos últimos dois anos.

“Essa situação do deficit habitacional talvez seja um dos maiores desafios que nós temos. Há espaço para construir habitações, há espaço para retrofitar edificações e reaproveitar edificações que são do estado e foram desapropriados no passado”, diz o pré-candidato.

“Se a gente pegar a São Paulo industrial, ela nasceu na margem da linha do trem e morreu na margem da linha do trem. Se você sai do centro e vai andando em direção a Barra Funda, Lapa, Vila Leopoldina, vai ver uma série de galpões abandonados que podem servir para a conjugação de empreendimentos de interesse social, de médio padrão e empreendimentos comerciais, e eu falo os três juntos porque os dois primeiros financiam a habitação social em uma lógica de parceria público-privada e aí dá para trazer o capital privado.”

Fonte: IG Política

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