POLITÍCA NACIONAL

Comissão debate impactos da mineração na Serra do Curral

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Billy Boss/Câmara dos Deputados
Instalação dos trabalhos e eleição de Presidente e Vice-Presidente
Rogério Correia é autor do requerimento para realização da audiência pública

A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados promove audiência pública na terça-feira (17) sobre os impactos da mineração na Serra do Curral (MG).

O pedido para o debate é do deputado Rogério Correia (PT-MG). Neste ano, a mineradora Taquaril Mineração S.A (Tamisa) começará a se instalar na área da Serra do Curral. Um projeto do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), apresentado no início do mês, prevê a criação do Parque Nacional Serra do Curral (PL 1125/22).

Lopes destaca que a Serra do Curral, além de sua importância natural, é reserva fundamental de recurso hídrico para a região metropolitana de Belo Horizonte, compartilhado com outros municípios como Nova Lima e Sabará.

A Serra do Curral circunda parte de Belo Horizonte e foi eleita símbolo da
cidade em 1998 pelos moradores. “A importância dela para a capital mineira equivale ao Pão de Açúcar para os moradores do Rio de Janeiro”, defendeu Lopes.

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O Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) de Minas Gerais aprovou a licença de instalação da Tamisa. Dos 12 conselheiros, 8 votaram a favor do projeto.

Foram convidados para debater o assunto:

  • a secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, Marília Carvalho de Melo;
  • o superintendente substituto do Ibama em Minas Gerais, Pedro Paulo Ribeiro Mendes de Assis Fonseca;
  • a presidente do Iphan, Larissa Peixoto;
  • o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração, Victor Hugo Froner Bicca; entre outros.

A audiência pública ocorre às 16 horas, no plenário 3, com transmissão interativa pelo e-democracia.

Da Redação – GM

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POLITÍCA NACIONAL

Em nota a Doria, partidos afirma busca por ‘aliança mais ampla’

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Doria e Simone Tebet
reprodução/montagem iG – 18/05/2022

Doria e Simone Tebet

Os presidentes do PSDB, MDB e Cidadania publicaram nesta quinta-feira uma “nota conjunta” para reafirmar que estão unidos na escolha de “um nome” para lançar à Presidência da República a partir da “compreensão” de “algo maior do que uma escolha partidária”. O texto é um claro recado ao ex-governador João Doria, que já emitiu sinais de que não aceitará ser preterido na chapa presidencial pela senadora Simone Tebet (MDB). A parlamentar foi a pré-candidata escolhida pelos dirigentes Bruno Araújo (PSDB), Baleia Rossi (MDB) e Roberto Freire (Cidadania) em reunião ocorrida ontem, a portas fechadas.

O nome de Tebet ainda não foi oficializado, porque ainda precisa passar pelo crivo das Executivas das três siglas, o que deve acontecer na próxima semana. Para abrir o caminho à emedebista, a diretoria dos três partidos deflagrou um movimento para convencer Doria a desistir da disputa presidencial. Ele, no entanto, não cogita ceder sob o argumento de que a vitória nas prévias do PSDB legitima a sua candidatura. A nota divulgada hoje faz parte dessa estratégia.

“A partir desse momento, o resultado das prévias do PSDB estava vinculado a uma aliança mais ampla”, diz o texto, frisando que a decisão da coligação se sobrepõe ao das primárias tucanas. “Estamos também convictos de que isso só pode ser feito a partir de uma aliança partidária, representada, sim, por um nome, mas sobretudo, pelo desejo de lutar por um Brasil melhor para todos os brasileiros”, acrescenta.

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A nota, que cita o nome do ex-governador seis vezes – mais do que a escolhida Tebet, mencionada duas vezes – relembra que a construção do nome de consenso da terceira via envolveu “várias reuniões promovidas” na casa de Doria. E que as conversas se iniciaram em um encontro na residência do ex-presidente Michel Temer em que o ex-governador estava presente.

Os dirigentes também recordaram declarações antigas de Doria em que ele dizia “não se priorizar nem excluir nenhuma alternativa”.

A opção por Tebet ocorreu após Araújo, Baleia e Freire analisarem os dados de uma pesquisa quantitativa e qualitativa encomendada pelas três siglas. Segundo esse levantamento, que não foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a senadora apresentava uma rejeição menor do que a de Doria (de 20% ante mais de 50%), apesar de o paulista estar à frente nas intenções de voto (3% a 1%).

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Apesar disso, a leitura que imperou entre os dirigentes é que Simone teria mais espaço para crescer assim que se tornasse mais conhecida no país. Pesou também a favor dela a percepção de que uma figura feminina menos afeita a conflitos tenha mais condições de romper a polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) – os dois lideram as pesquisas eleitorais até agora.

“O Brasil terá nova uma candidatura, competitiva, para vencer, que será oficializada em breve. O povo brasileiro – e não disputas ideológicas e partidárias – estará no centro do debate político nas eleições de outubro. Para problemas reais, soluções reais”, afirma o texto.

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