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Datafolha: Lula lidera entre mais pobres e Bolsonaro entre empresários

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Lula tem 47% das intenções de voto, contra 28% de Bolsonaro
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Lula tem 47% das intenções de voto, contra 28% de Bolsonaro


A nova pesquisa Datafolha , divulgada nesta quinta-feira, mostra estabilidade no perfil do eleitorado que pretende votar no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou no presidente Jair Bolsonaro (PL), que lideram a disputa presidencial com 47% e 28% dos votos, respectivamente.

O petista continua com ampla vantagem no Nordeste, entre mais pobres, menos escolarizados e também no eleitorado mais jovem.

A pesquisa ouviu 2.556 eleitores em 181 cidades nos dias 22 e 23 de junho e tem margem de erro de dois pontos para mais ou menos. No Nordeste, Lula soma 58% dos votos, contra 19% de Bolsonaro.

Já entre o eleitorado que ganha até 2 salários mínimos e que representa pouco mais da metade da amostra populacional do Datafolha, Lula também vence o presidente por 56% a 22%. O petista tem ainda vantagem entre os mais jovens (54% a 24%) e menos escolarizados (56% a 22%).


Entre os evangélicos, Bolsonaro lidera e se distanciou de Lula, a ponto de deixar o empate técnico. O atual presidente tem entre eles 40%, ante 35% de Lula.

Em maio, os percentuais eram 39% e 36%. Bolsonaro também vai melhor entre os homens (36%, contra 44% de Lula), grupo no qual teve alta de 4 pontos percentuais, acima da margem de erro, e nos segmentos com maior renda. O presidente soma 44% entre aqueles com renda mensal de 5 a 10 salários mínimos e 47%, entre os que ganham mais de 10 salários mínimos.

Entre os empresários, Bolsonaro tem 43% dos votos. O presidente tem também resultado melhor no Centro-Oeste, onde chega a 40% de intenções de voto.

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Tarcísio: ‘Quem declara voto no Lula, declara de forma envergonhada’

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Tarcísio de Freitas esteve no Roda Viva
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Tarcísio de Freitas esteve no Roda Viva

O ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas, pré-candidato ao governo de São Paulo, afirmou que acredita em uma crescimento do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas pesquisas sobre a disputa da presidência, e que a forte rejeição não deve atingi-lo durante a campanha. Na pesquisa divulgada ontem (27) pela FSB/BTG, Bolsonaro aparece com apenas 33% das intenções de voto, contra 43% de Lula ; a rejeição do presidente também é a maior: 57% afirmaram que não votariam nele ‘de jeito nenhum’.

“Eu não sou um bolsonarista de nuances, acredito em linha pró-business, pró-iniciativa privada, pró-livre iniciativa. Uma linha de reformas para o mercado, consolidação fiscal, prosperidade. É a linha encampada pelo presidente. Primeiro, acredito no crescimento do presidente, porque aqueles que declaram voto no Lula, declaram de forma não convicta, envergonhada, e quando começaram a perceber o risco que temos nas mãos vão começar a migrar”, disse, em entrevista ao Roda Viva.

“A gente vai furar determinadas limitações com projetos, mostrando o que temos planejado para um estado que tem uma série de oportunidades que estão adormecidas e podem ser potencializadas. A gente vai mostrar a nossa capacidade de tirar projetos do papel e transformá-los em realidade, por isso estou bastante otimista com relação a trajetória e à eleição.”

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O ministro diz que o eleitor “não se tocou” sobre a campanha do petista. “Nós temos um eleitor magoado com algumas questões e que não se tocou para o risco PT. Para o risco que o PT representa. O discurso é muito ruim, se elevado a termo vai nos levar para o caos”, aponta.

Questionado se o Governo Bolsonaro não trazia um risco de ruptura institucional, ele diz que Bolsonaro não representa hoje nenhum risco para a democracia no país.

“Não houve ruptura, não vai haver, no final das contas temos alavancas que foram mexidas, é o governo que aprovou várias reformas pró-meercado, da autonomia do Banco Central, que terminou obras inacabadas. Eu não vejo risco nenhum para a democracia. Nenhum.”

Ainda sobre os riscos para a democracia após as sinalizações de Bolsonaro, Tarcísio de Freitas diz nosso sistema eleitoral “maduro”.

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“Isso não vai acontecer no Brasil. Confio plenamente. O presidente é fruto da democracia. Eu não vejo ele fazer defesa da ditadura. E no final das contas nós temos um sistema eleitoral maduro, barulhento porém maduro, e que não corre risco de ruptura. Acho que nós vamos ter um processo democrático agora no fim do ano, eleições que vão transcorrer tranquilamente, vamos ter os resultados proclamados, e os seus vencedores tomando posse. Eu estou seguro que as eleições vão transcorrer normalmente e não vai haver questionamentos.”

Fonte: IG Política

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