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Debate da Band em SP tem problema técnico

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Vinicius Poit e Tarcísio de Freitas foram prejudicados por uma falha técnica da Band
Reprodução/Band

Vinicius Poit e Tarcísio de Freitas foram prejudicados por uma falha técnica da Band

Neste domingo (7), o debate da Band entre os candidatos a governador de São Paulo apresentou um problema técnico logo no início. O encontro mediado por Rodolfo Schneider acabou tendo falha no microfone dos candidatos Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Vinícius Poit (Novo).

Rodolfo começou a atração comemorando o fato de ter iniciado a campanha eleitoral. “Que bom ouvir essa música”, disse o jornalista ao se referir à trilha sonora das eleições da emissora. Na sequência, explicou as regras ao público e realizou a primeira pergunta aos candidatos.

Fernando Haddad (PT), Rodrigo Garcia (PSDB), Tarcísio, Poit e Elvis Cezar (PDT) foram questionados sobre quais soluções eles tinham para a região da Cracolândia. Nesse momento, Tarcísio e Poit perderam 20 segundos por causa do problema técnico da emissora.

Os candidatos não perceberam e só souberam do ocorrido quando Rodolfo anunciou que eles teriam o tempo devolvido para concluir o raciocínio sobre o tema indagado pela direção da Band.

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Após a correção, o encontro seguiu normalmente.

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Fonte: IG Política

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POLITÍCA NACIONAL

Vitória de Lula pode reforçar hegemonia da esquerda na América Latina

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Lula tenta ter um terceiro mandato
Foto: Ricardo Stuckert

Lula tenta ter um terceiro mandato


As eleições  presidenciais no Brasil representam um momento crucial não apenas para o país, mas para toda a América Latina.

As pesquisas preveem uma vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Jair Bolsonaro (PL), possivelmente em primeiro turno, mas a cautela é obrigatória, dada a dificuldade dos institutos em refletir o pensamento de 156 milhões de eleitores.

A escolha do novo presidente é um evento que transcende o Brasil e pode incidir sobre os equilíbrios pan-americanos. Com uma eventual vitória de Lula, as seis maiores economias da América Latina – Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia e Peru – seriam governadas pela esquerda, sem contar outros países, como Honduras, Bolívia, Cuba, Venezuela e Nicarágua, que ocupam o mesmo campo político de modo mais ou menos radical.

Seria um cenário similar ao da América Latina do início do século, quando 75% dos habitantes da região eram governados pela esquerda. Mas as semelhanças param por aqui, já que os governantes daquela época podiam utilizar recursos provenientes do boom dos preços das matérias-primas.

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Atualmente, a crise ligada ao crescimento fraco, à pandemia, às dificuldades comerciais pela guerra na Ucrânia e ao aumento da dívida reduziu os recursos dos governos para investimentos sociais.

Outra diferença, explica Marta Lagos, diretora do Instituto Latinobarómetro, de Santiago, é uma maior articulação ideológica dos líderes atuais em relação a seus predecessores, o que poderia tornar mais árdua a conquista de compromissos regionais.


“Uma coisa que, no entanto, os presidentes de esquerda na região continuam a ter em comum é a ênfase acentuada na ação do Estado para reduzir as desigualdades”, diz Lagos, “além de uma inédita propensão a alcançar compromissos com forças de centro”. Exemplo disso é o fato de Lula ter escolhido Geraldo Alckmin como vice-presidente.

A situação é monitorada com atenção e preocupação pela Casa Branca, que há pouco mais de três meses teve de lidar com a vitória eleitoral de Gustavo Petro, primeiro presidente de esquerda na história da Colômbia.

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No entanto, diante das ameaças de Bolsonaro de não reconhecer uma possível vitória de Lula, a Embaixada dos EUA em Brasília difundiu um comunicado em que reafirma sua “confiança nas eleições brasileiras” e acrescenta que reconhecerá o vencedor do pleito.

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Fonte: IG Política

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