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Eleição este ano terá mais de 28 mil candidatos; veja os números

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Eleições 2022

Um total de 28.274 candidatos concorrem às eleições gerais deste ano. No próximo dia 2 de outubro, um eleitorado de 156.454.011 brasileiros está apto a eleger o presidente da República, 27 governadores, 27 senadores, 513 deputados federais, 1.035 deputados estaduais e 24 deputados distritais.

Para o Senado, o TSE registra 235 candidaturas, ou 8,7 candidatos por cadeira em disputa (este ano, um terço dos 81 assentos). A “relação candidato/vaga” é maior para a Câmara Legislativa do Distrito Federal: são 591 candidatos para os 24 lugares disponíveis, ou 24,63 por assento.

O total de candidatos acima inclui os postulantes a vice-presidente, vice-governador e suplentes de senador, que são eleitos juntamente com os cabeças de chapa. Os números são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e estão sujeitos a atualização durante a campanha, à medida que os registros das candidaturas são analisados.

Este ano ocorreu uma ligeira queda no número total de candidatos, de 2,8%, de 29.085 para 28.274.

Federações

Uma novidade deste ano é a possibilidade de partidos formarem “federações”, que não podem ser desfeitas durante quatro anos. As federações substituíram as coligações partidárias, que muitas vezes não passavam de acordos efêmeros, de cunho meramente eleitoreiro, e foram abolidas em eleições proporcionais a partir do pleito municipal de 2020. Este ano são três as federações: PT/PV/PCdoB; Cidadania/PSDB; e Rede/PSOL.

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Este ano, 37.646 pessoas transgênero solicitaram a inclusão do nome social no título de eleitor. A alteração podia ser solicitada on-line na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até o dia 4 de maio.

Veja nos gráficos mais alguns números e curiosidades estatísticas das eleições deste ano:

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Vitória de Lula pode reforçar hegemonia da esquerda na América Latina

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Lula tenta ter um terceiro mandato
Foto: Ricardo Stuckert

Lula tenta ter um terceiro mandato


As eleições  presidenciais no Brasil representam um momento crucial não apenas para o país, mas para toda a América Latina.

As pesquisas preveem uma vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Jair Bolsonaro (PL), possivelmente em primeiro turno, mas a cautela é obrigatória, dada a dificuldade dos institutos em refletir o pensamento de 156 milhões de eleitores.

A escolha do novo presidente é um evento que transcende o Brasil e pode incidir sobre os equilíbrios pan-americanos. Com uma eventual vitória de Lula, as seis maiores economias da América Latina – Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia e Peru – seriam governadas pela esquerda, sem contar outros países, como Honduras, Bolívia, Cuba, Venezuela e Nicarágua, que ocupam o mesmo campo político de modo mais ou menos radical.

Seria um cenário similar ao da América Latina do início do século, quando 75% dos habitantes da região eram governados pela esquerda. Mas as semelhanças param por aqui, já que os governantes daquela época podiam utilizar recursos provenientes do boom dos preços das matérias-primas.

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Atualmente, a crise ligada ao crescimento fraco, à pandemia, às dificuldades comerciais pela guerra na Ucrânia e ao aumento da dívida reduziu os recursos dos governos para investimentos sociais.

Outra diferença, explica Marta Lagos, diretora do Instituto Latinobarómetro, de Santiago, é uma maior articulação ideológica dos líderes atuais em relação a seus predecessores, o que poderia tornar mais árdua a conquista de compromissos regionais.


“Uma coisa que, no entanto, os presidentes de esquerda na região continuam a ter em comum é a ênfase acentuada na ação do Estado para reduzir as desigualdades”, diz Lagos, “além de uma inédita propensão a alcançar compromissos com forças de centro”. Exemplo disso é o fato de Lula ter escolhido Geraldo Alckmin como vice-presidente.

A situação é monitorada com atenção e preocupação pela Casa Branca, que há pouco mais de três meses teve de lidar com a vitória eleitoral de Gustavo Petro, primeiro presidente de esquerda na história da Colômbia.

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No entanto, diante das ameaças de Bolsonaro de não reconhecer uma possível vitória de Lula, a Embaixada dos EUA em Brasília difundiu um comunicado em que reafirma sua “confiança nas eleições brasileiras” e acrescenta que reconhecerá o vencedor do pleito.

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Fonte: IG Política

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