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Em nota, MEC diz que governo ‘não compactua com ato irregular’

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Ex-ministro Milton Ribeiro foi preso nesta terça-feira
Isac Nóbrega/PR

Ex-ministro Milton Ribeiro foi preso nesta terça-feira

O Ministério da Educação afirmou que recebeu a equipe da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (22), e que “não compactua com qualquer ato irregular”. A pasta está envolvida em denúncias de corrupção que envolvem pastores e o ex-ministro Milton Ribeiro, preso no âmbito da operação ‘Acesso Pago’, deflagrada nas primeiras horas da manhã .

“No sentido de esclarecer todas as questões, o MEC reforça que continua contribuindo com os órgãos de controle para que os fatos sejam esclarecidos com a maior brevidade possível”, diz a nota.

“O MEC ressalta que o Governo Federal não compactua com qualquer ato irregular e o continuará a colaborar com as investigações”, conclui.

A Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro por suspeitas de envolvimento em corrupção e tráfico de influência durante sua gestão à frente do Ministério da Educação. Também cumpre mandados de busca e apreensão e prisão contra os pastores-lobistas Arilton Moura e Gilmar Santos, por suspeitas de crimes na liberação de recursos do MEC para prefeituras.

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A operação foi autorizada pela 15ª Vara Federal do Distrito Federal e apura crimes como corrupção e tráfico de influência durante a gestão de Milton Ribeiro. A investigação teve início no Supremo Tribunal Federal, mas foi enviada à primeira instância depois que Milton deixou o cargo de ministro da Educação do governo Bolsonaro.

* Com informações d’O Globo

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POLITÍCA NACIONAL

Governistas pedem que Pacheco avalie CPIs por ordem de chegada

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Senador Carlos Portinho (PL-RJ), líder do governo
Waldemir Barreto/Agência Senado

Senador Carlos Portinho (PL-RJ), líder do governo

Os senadores Carlos Portinho (PL-RJ), líder do governo, e Plínio Valério (PSDB-AM) protocolam requerimentos solicitando que a ordem cronológica de pedidos de aberturas das Comissões Parlamentares (CPIs) seja respeitada, minutos após a oposição protocolar o pedido de abertura da CPI do MEC, para averiguar irregularidades no ministério e a suposta interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal.

O objetivos dos senadores aliados ao governo é fazer com que outras comissões, mais “amistosas” ao governo, sejam abertas antes. No caso, eles pedem especificamente a abertura das CPIS das ONGs, que aguarda desde 2019, e da comissão para investigar obras inacabadas e o Fies, que aguarda instalação desde 12 de abril.

Como há um limite para o funcionamento do número de CPIs de forma simultânea no Senado, isso poderia, na prática, inviabilizar a CPI do MEC. Haverá, contudo, ainda muito embate político: a oposição ainda pode, por exemplo, tentar retirar assinaturas destas outras CPIs que haviam sido protocoladas anteriormente.

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Fonte: IG Política

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