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Em vídeo, Bolsonaro diz que ‘bota a cara no fogo’ por Milton Ribeiro

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Jair Bolsonaro e Milton Ribeiro
Reprodução: Flickr – 24/03/2022

Jair Bolsonaro e Milton Ribeiro

Durante uma das suas lives que faz semanalmente, o presidente Jair Bolsonaro havia defendido o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, alvo de mandados de prisão e busca e apreensão nesta quarta-feira, junto dos pastores-lobistas rilton Moura e Gilmar Santos, por suspeitas de crimes na liberação de recursos do Ministério da Educação para prefeituras. Na ocasião, o presidente afirmou: “eu boto a minha cara no fogo pelo Milton”.

Assista ao trecho:


Além do presidente, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, também defendeu Ribeiro. Ao ser questionada por repórteres sobre as acusações contra o então ministro, ela respondeu que “Deus vai provar que ele é uma pessoa honesta”.

Pastor na Igreja Presbiteriana, teólogo e advogado com doutorado em educação, Milton Ribeiro é o quarto ministro da Educação do governo Jair Bolsonaro (PL). Ribeiro, que está balançando no cargo após virem à tona suspeitas de lobby de pastores evangélicos na pasta, construiu uma carreira juntando religião e pedagogia. À frente do ministério que chefia desde julho de 2020 vem colecionando polêmicas e crises.

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Cancelado debate sobre desvio de recursos no Programa Farmácia Popular

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Billy Boss/Câmara dos Deputados
Audiência Pública - Preços dos combustíveis, privatização da Petrobras e outros assuntos. Dep. Aureo Ribeiro SOLIDARIEDADE - RJ
Áureo Ribeiro alerta para prejuízo de R$ 2,6 bilhões no programa

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados cancelou a audiência que faria nesta quarta-feira (29) com o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário. Ele havia sido convidado a prestar esclarecimentos acerca de denúncias de desvio de recursos públicos no Programa Farmácia Popular.

O requerimento para realização da reunião foi apresentado pelo deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ). Ele citou relatório de auditoria CGU, de maio deste ano, que revelou um prejuízo de R$ 2,6 bilhões no programa entre os anos de 2015 e 2020. “É mais do que o total gasto com o Farmácia Popular em 2017”, lamentou.

Conforme o deputado, as investigações começaram quando cidadãos apareceram na lista de retirada de medicamentos sem nunca terem recebido os remédios, o que foi descoberto pelo ConecteSUS. “Também houve denúncias de farmácias que já estavam com as atividades encerradas, mas continuavam recebendo recursos, e outras, que só existiam no papel, nas promoviam lançamentos de medicamentos com o CPF de terceiros”, completou.

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A reunião ainda não foi remarcada.

Da Redação – GM

Fonte: Câmara dos Deputados Federais

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