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Ex-ministro Milton Ribeiro é solto e deixa a PF em São Paulo

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Milton Ribeiro foi preso na manhã de ontem (22) pela Polícia Federal
Foto: Isac Nóbrega/PR

Milton Ribeiro foi preso na manhã de ontem (22) pela Polícia Federal

Após mais de 24 horas na carceragem da Polícia Federal de São Paulo, o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, foi solto por volta das 15h desta quinta-feira (23). A soltura ocorreu após o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, cassar a prisão preventiva.

Ribeiro foi preso na manhã de quarta-feira (22) pela Polícia Federal. Ele é investigado por corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência por suposto envolvimento em um esquema para liberação de verbas do Ministério da Educação (MEC).

Além do ex-ministro, os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, o ex-assessor Helder Diego da Silva Bartolomeu e o ex-gerente Luciano de Freitas Musse, que também foram presos por suspeita de participação no mesmo esquema, devem ser soltos hoje.

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Tarcísio de Freitas: pessoas nas ruas e cracolândia serão prioridade

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Tarcísio de Freitas participou do Roda Viva
Reprodução

Tarcísio de Freitas participou do Roda Viva

O pré-candidato ao governo de São Paulo Tarcísio de Freitas elegeu a cracolância e as pessoas em situação de rua como prioridades em um eventual governo. Segundo o ministro da Infraestrutura, situação é “complexa”, e demanda “integração de várias políticas públicas”.

“Obras de infraestrutura são importantes, sem dúvida que são, mas determinadas situações me preocupam muito hoje, por exemplo a situação dos moradores em situação de rua. É super complexa, me preocupa a cracolândia. E observe, é complexa na medida em que demanda integração de várias políticas publicas. Acolhimento, assistência e desenvolvimento social, saúde, porque preciso fazer o tratamento do dependente químico, e de habitação, por que a pessoa não vai para a rua por que consome drogas, ela consome drogas por que vai para a rua”, disse, em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura.

Ele aponta que o déficit habitacional é um dos principais componentes da questão. Um levantamento feito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgado no início de junho apontou que, apenas na capital, 42,2 mil pessoas estariam vivendo nessa situação de vulnerabilidade. Em janeiro, um censo feito pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento social apontou para um crescimento de 31% nos últimos dois anos.

“Essa situação do deficit habitacional talvez seja um dos maiores desafios que nós temos. Há espaço para construir habitações, há espaço para retrofitar edificações e reaproveitar edificações que são do estado e foram desapropriados no passado”, diz o pré-candidato.

“Se a gente pegar a São Paulo industrial, ela nasceu na margem da linha do trem e morreu na margem da linha do trem. Se você sai do centro e vai andando em direção a Barra Funda, Lapa, Vila Leopoldina, vai ver uma série de galpões abandonados que podem servir para a conjugação de empreendimentos de interesse social, de médio padrão e empreendimentos comerciais, e eu falo os três juntos porque os dois primeiros financiam a habitação social em uma lógica de parceria público-privada e aí dá para trazer o capital privado.”

Fonte: IG Política

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