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Lula assina carta da USP em defesa da democracia

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Lula em foto oficial de campanha
Ricardo Stuckert

Lula em foto oficial de campanha

Nesta segunda-feira (8), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a sua esposa, a socióloga Janja da Silva,  assinaram a Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito. O manifesto foi desenvolvido por ex-alunos Faculdade de Direito da USP.

O documento tem como objetivo combater as informações mentirosas e os ataques contra as urnas eletrônicas e o processo eleitoral brasileiro. A carta já recebeu mais de 795 mil assinaturas, entre atletas, artistas, políticos, professores, juristas e integrantes da sociedade civil.

O manifesto, que homenageia a Carta aos Brasileiros de 1977, que denunciava o estado de exceção feito pela ditadura militar após o golpe de 1964, será lido na próxima quinta-feira (11).

Além de Lula, outros presidenciáveis aderiram ao documento, como Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB) e Felipe D’Avila (Novo). Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) também assinaram a carta, assim como o vice na chapa do petista, Geraldo Alckmin (PSB).

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O manifesto não faz qualquer menção ao presidente Jair Bolsonaro (PL), mas ele demonstrou muita irritação com o documento. No fim de semana,  o chefe do executivo federal afirmou que os signatários do documento são “democratas de fachada” e que o objetivo deles é “a volta daquele que acomodou essa escória toda no Poder, de 2003 a 2016, quando roubavam o Brasil em perfeita harmonia”.

A declaração foi uma alfinetada a Lula que, atualmente, é o líder das pesquisas de intenções de votos.

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Fonte: IG Política

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Nove estados anunciam Lei Seca para domingo

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Nove estados anunciaram que vão restringir a venda de bebidas alcoólicas no dia das eleições para evitar perturbações durante a votação. Nestes estados, a Lei Seca vai valer para o próximo domingo (2), primeiro turno do pleito, e em 30 de outubro, no caso de um segundo turno. 

Até o momento, Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Roraima, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Tocantins anunciaram a proibição. As demais unidades da federação ainda avaliam a possibilidade de adoção da Lei Seca. 

No Amapá, está determinado que a partir das 22h do dia 1º, sábado, até as 18h do dia 2 de outubro, domingo, é proibida a venda, fornecimento e consumo de bebidas alcoólicas no estado. 

No Amazonas e no Ceará, a proibição começará a partir de 0h de domingo e permanecerá até as 18h do mesmo dia. Em Roraima, a Lei Seca valerá das 23h de sábado (1º) até as 19h de domingo. 

Fiscalização

Em Mato Grosso do Sul, fica proibida a venda de bebidas em bares, restaurantes, lojas de conveniência, hotéis e lanchonetes. A restrição será aplicada entre as 3h e 16h de domingo.

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Esses estados informaram que vão fiscalizar o descumprimento da Lei Seca. Quem não respeitar a proibição poderá ser preso em flagrante por desobediência e descumprimento de decisão da Justiça Eleitoral.

Já o estado do Paraná decidiu revogar a lei seca anteriormente prevista. No Distrito Federal, a lei seca deixou de ser adotada nas eleições de 2018. No Rio de Janeiro, não há lei seca eleitoral desde 1996. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, a última vez que a lei seca foi implantada foi na eleição de 2006.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Política Nacional

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