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Marcha para Jesus reúne milhares de fiéis e a presença de Bolsonaro

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Marcha para Jesus terá a 15ª edição no Rio de Janeiro, com shows no Centro da cidade
Reprodução/Marcha para Jesus – 13.08.2022

Marcha para Jesus terá a 15ª edição no Rio de Janeiro, com shows no Centro da cidade

Fiéis se reuniram neste sábado (13), no Centro, para participar da Marcha para Jesus , que chega a sua 15ª edição no Rio de Janeiro e completa 30 anos este ano. Milhares de pessoas se concentraram na Avenida Presidente Vargas desde o início da manhã e por volta das 14h40, começaram a caminhar em direção à Praça da Apoteose, onde um palco foi montado para os shows de música gospel.

O trajeto dos evangélicos é acompanhado por seis trios elétricos. O governador do Rio, Cláudio Castro, participa do evento. Entre as atrações confirmadas estão Renascer Praise; Sarah Beatriz; Anderson Freire; Theo Rubia; Lukas Agustinho; Gabriela Gomes; Tom Molinari; Ministério Nova Jerusalém; Apascentar Music; Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul; Midian Lima; Marcus Salles; Ministério Sarando a Terra Ferida; Central 3; Lagoinha Worship e Projeto Vida Nova de Irajá.

A marcha conta com a presença de Jair Bolsonaro, que chegou por volta das 15h. Em entrevista ao jornalista Rica Perrone, no canal do YouTube “Cara a Tapa”, na manhã de hoje, o presidente confirmou que iria ao evento.

Jair Bolsonaro (PL) participando da Marcha para Jesus neste sábado (13)
Reprodução: redes sociais – 13/08/2022

Jair Bolsonaro (PL) participando da Marcha para Jesus neste sábado (13)

Para a marcha, a Prefeitura do Rio preparou um esquema especial de trânsito, com interdições que começaram às 4h e só terminam às 21h.

A operação conta com 104 operadores de trânsito, entre agentes da Guarda Municipal, da CET-Rio e apoiadores de tráfego. Confira abaixo. O Centro Operaçõe da prefeitura (COR) recomenda que os pedestres realizem as travessias em locais semaforizados ou por meio de passarelas, respeitem os locais de proibição de estacionamento e além disso, respeitem também as orientações dos agentes de trânsito e de toda sinalização implantada na área.

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Interdições de via, dia 13 de agosto, das 04h às 16h:

I – Avenida Presidente Vargas, pista lateral sentido Candelária, no contra fluxo, no trecho compreendido entre a Rua Uruguaiana e a Praça da República para montagem dos trios elétricos e deslocamento da marcha;

Interdições de via, dia 13 de agosto, das 11h às 21h:

I – Avenida Presidente Vargas:

a) Pista lateral, sentido Candelária, no trecho compreendido entre a Rua Carmo Neto e a Rua Uruguaiana; b) Pista central, sentido Praça da Bandeira, no trecho compreendido entre a Rua de Santana e o Viaduto dos Marinheiros.

II – Rua Santana, no trecho compreendido entre a Rua Frei Caneca e a Avenida Presidente Vargas;

III – Praça da República, pista sentido Central do Brasil, no trecho compreendido entre a Rua Frei Caneca e a Avenida Presidente Vargas;

IV – Rua Moncorvo Filho, no trecho compreendido entre a Rua General Caldwell e a Praça da República.

V – Avenida Salvador de Sá, no trecho compreendido entre a Rua Frei Caneca, sob o Viaduto Trinta e um de Março, e a Avenida Marquês de Sapucaí;

VI – Entroncamento do acesso do Viaduto Trinta e Um de Março para a Avenida Salvador de Sá;

VII – Rua Benedito Hipólito, no trecho compreendido entre a Rua Carmo Neto e a Avenida Marquês de Sapucaí;

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VIII – Rua Afonso Cavalcanti, no trecho entre a Rua Amoroso Lima e Rua Carmo Neto;

IX – Rua Comandante Maurity, em toda sua extensão;

X – Avenida Marquês de Sapucaí, no trecho compreendido entre a Avenida Presidente Vargas e a Rua Benedito Hipólito;

XI – Rua Frei Caneca, no retorno de acesso à Avenida Salvador de Sá.

Interdições de via, dia 13 de agosto, das 17h às 19h:

I – Rua Benedito Hipólito, ao longo do bordo esquerdo, no trecho entre a Avenida Marquês de Sapucaí e a Rua do Santana para a desmontagem dos trios elétricos;

Proibição de estacionamento, no dia 13 de agosto, das 05h às 21h:

I – Rua Amoroso Lima, entre a Rua Afonso Cavalcante e a Avenida Presidente Vargas;

II – Rua Carmo Neto, em toda sua extensão;

III – Rua Heitor Carrilho, em toda sua extensão;

IV – Rua Frei Caneca, entre a Rua Heitor Carrilho e o Túnel Martim de Sá;

V – Avenida Presidente Vargas, entre a Praça da Republica e a Avenida Rio Branco – Estacionamento SAARA.

Inversão de sentido viário, dia 13 de agosto, das 11h às 21h:

– Rua Amoroso Lima, no trecho compreendido entre a Rua Afonso Cavalcanti e a Avenida Presidente Vargas, sentido da Rua Afonso Cavalcanti para Avenida Presidente Vargas.

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Fonte: IG Política

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Vitória de Lula pode reforçar hegemonia da esquerda na América Latina

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Lula tenta ter um terceiro mandato
Foto: Ricardo Stuckert

Lula tenta ter um terceiro mandato


As eleições  presidenciais no Brasil representam um momento crucial não apenas para o país, mas para toda a América Latina.

As pesquisas preveem uma vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Jair Bolsonaro (PL), possivelmente em primeiro turno, mas a cautela é obrigatória, dada a dificuldade dos institutos em refletir o pensamento de 156 milhões de eleitores.

A escolha do novo presidente é um evento que transcende o Brasil e pode incidir sobre os equilíbrios pan-americanos. Com uma eventual vitória de Lula, as seis maiores economias da América Latina – Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia e Peru – seriam governadas pela esquerda, sem contar outros países, como Honduras, Bolívia, Cuba, Venezuela e Nicarágua, que ocupam o mesmo campo político de modo mais ou menos radical.

Seria um cenário similar ao da América Latina do início do século, quando 75% dos habitantes da região eram governados pela esquerda. Mas as semelhanças param por aqui, já que os governantes daquela época podiam utilizar recursos provenientes do boom dos preços das matérias-primas.

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Atualmente, a crise ligada ao crescimento fraco, à pandemia, às dificuldades comerciais pela guerra na Ucrânia e ao aumento da dívida reduziu os recursos dos governos para investimentos sociais.

Outra diferença, explica Marta Lagos, diretora do Instituto Latinobarómetro, de Santiago, é uma maior articulação ideológica dos líderes atuais em relação a seus predecessores, o que poderia tornar mais árdua a conquista de compromissos regionais.


“Uma coisa que, no entanto, os presidentes de esquerda na região continuam a ter em comum é a ênfase acentuada na ação do Estado para reduzir as desigualdades”, diz Lagos, “além de uma inédita propensão a alcançar compromissos com forças de centro”. Exemplo disso é o fato de Lula ter escolhido Geraldo Alckmin como vice-presidente.

A situação é monitorada com atenção e preocupação pela Casa Branca, que há pouco mais de três meses teve de lidar com a vitória eleitoral de Gustavo Petro, primeiro presidente de esquerda na história da Colômbia.

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No entanto, diante das ameaças de Bolsonaro de não reconhecer uma possível vitória de Lula, a Embaixada dos EUA em Brasília difundiu um comunicado em que reafirma sua “confiança nas eleições brasileiras” e acrescenta que reconhecerá o vencedor do pleito.

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Fonte: IG Política

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