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MEC: Pastor lobista se diz em ‘reflexão’ e com ‘coração quebrantado’

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Pastor Gilmar Santos em evento realizado no Palácio do Planalto
Carolina Antunes/PR

Pastor Gilmar Santos em evento realizado no Palácio do Planalto

O pastor Gilmar Santos, um dos suspeitos de ter atuado como lobista no Ministério da Educação (MEC), escreveu em uma rede social nessa quinta-feira que, após da prisão, estava em “profunda reflexão e com o coração quebrantado”. Ele e outras quatro pessoas, incluindo o ex-ministro do MEC Milton Ribeiro, foram alvos de uma operação da Polícia Federal que apura suspeitas de corrupção e tráfico de influência.

O pastor negou ter praticado qualquer irregularidade, afirmou que o país está tomado pelo “ódio e fome de poder, com interesses políticos” e citou uma suposta manipulação da verdade e transparência dos fatos.

“Nosso País está tomado pelo ódio e fome de poder, com interesses políticos manipulando a verdade e a transparência dos fatos. Como sabemos, existe uma luta incansável para enfraquecer o governo eleito”, diz um trecho da publicação.

Nessa quinta-feira, um dia depois da prisão de Gilmar Santos e Milton Ribeiro, o desembargador federal Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), aceitou um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do ex-ministro e mandou libertá-lo. Os pastores também foram soltos. A decisão é liminar e vale até o julgamento do caso pela Terceira Turma do TRF-1. A defesa de Ribeiro nega as acusações e diz que não havia motivos para o ex-ministro ser preso.

No mesmo dia, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que “exagerou” ao dizer que colocaria a “cara no fogo” por Milton Ribeiro, mas disse que colocaria “a mão no fogo” por ele e por todos os seus ministros. Ele também disse que continua “acreditando” em seu ex-ministro do MEC que, segundo ele, “nem devia ter sido preso”.

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Tarcísio de Freitas: pessoas nas ruas e cracolândia serão prioridade

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Tarcísio de Freitas participou do Roda Viva
Reprodução

Tarcísio de Freitas participou do Roda Viva

O pré-candidato ao governo de São Paulo Tarcísio de Freitas elegeu a cracolância e as pessoas em situação de rua como prioridades em um eventual governo. Segundo o ministro da Infraestrutura, situação é “complexa”, e demanda “integração de várias políticas públicas”.

“Obras de infraestrutura são importantes, sem dúvida que são, mas determinadas situações me preocupam muito hoje, por exemplo a situação dos moradores em situação de rua. É super complexa, me preocupa a cracolândia. E observe, é complexa na medida em que demanda integração de várias políticas publicas. Acolhimento, assistência e desenvolvimento social, saúde, porque preciso fazer o tratamento do dependente químico, e de habitação, por que a pessoa não vai para a rua por que consome drogas, ela consome drogas por que vai para a rua”, disse, em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura.

Ele aponta que o déficit habitacional é um dos principais componentes da questão. Um levantamento feito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgado no início de junho apontou que, apenas na capital, 42,2 mil pessoas estariam vivendo nessa situação de vulnerabilidade. Em janeiro, um censo feito pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento social apontou para um crescimento de 31% nos últimos dois anos.

“Essa situação do deficit habitacional talvez seja um dos maiores desafios que nós temos. Há espaço para construir habitações, há espaço para retrofitar edificações e reaproveitar edificações que são do estado e foram desapropriados no passado”, diz o pré-candidato.

“Se a gente pegar a São Paulo industrial, ela nasceu na margem da linha do trem e morreu na margem da linha do trem. Se você sai do centro e vai andando em direção a Barra Funda, Lapa, Vila Leopoldina, vai ver uma série de galpões abandonados que podem servir para a conjugação de empreendimentos de interesse social, de médio padrão e empreendimentos comerciais, e eu falo os três juntos porque os dois primeiros financiam a habitação social em uma lógica de parceria público-privada e aí dá para trazer o capital privado.”

Fonte: IG Política

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