POLITÍCA NACIONAL

Paulo Rocha: PT discorda de Leonardo Boff sobre internacionalização da Amazônia

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O senador Paulo Rocha (PT-PA) destacou, em pronunciamento nesta quarta-feira (29), artigo de sua autoria publicado na semana passada – Amazônia é nossa. O parlamentar esclareceu que o objetivo com a publicação foi dar uma resposta ao teólogo Leonardo Boff, personagem notável da Teologia da Libertação, que, em entrevista, afirmou que a Amazônia deve ser “internacionalizada e ter gestão global”.

Pela importância do tema, o parlamentar pediu ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que o texto do artigo seja inserido nos anais do Senado. De acordo com o senador, Boff justificou, em seus argumentos, que considera o bioma amazônico pertencente aos outros nove países do qual faz parte, e não apenas ao Brasil, e que o bioma também “constitui um bem comum da Terra e da humanidade”.

Paulo Rocha declarou, ainda, que considera Leonardo Boff um “dos maiores intelectuais e homens públicos que o Brasil já produziu”. Ressaltou, por exemplo, sua produção intelectual, além da sua dedicação relacionada aos direitos humanos, o combate à pobreza e às desigualdades sociais no Brasil.

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— Não obstante, para não dar margem a especulações ou a confusões, devemos esclarecer que o Partido dos Trabalhadores discorda do eminente Leonardo Boff nesta questão específica. O PT considera que a soberania do Brasil sobre a Amazônia é incontestável, não podendo ser relativizada em nome do imprescindível combate mundial às mudanças climáticas. Em nosso entendimento, a soberania nacional sobre a Amazônia não implica submetê-la a ações predatórias ou negligenciar nossos compromissos ambientais internacionais, como faz, de forma criminosa, o atual governo — declarou. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Pablo Marçal lança candidatura à presidência da República

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O empresário Pablo Marçal, filado ao Pros, lançou hoje (16) sua candidatura à presidência da República na sede de uma de suas empresas, a Plataforma Internacional, em Barueri (SP), no bairro de Alphaville, na região da Grande São Paulo.

A candidatura de Marçal, porém, é questionada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Duas alas do Pros disputam a liderança do partido: uma, da qual Marçal faz parte, é a favor da candidatura própria; outra, defende a coligação com o PT e o apoio ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva.

No final de julho, quando o partido era comandado por membros favoráveis a candidatura própria, uma convenção partidária oficializou o nome de Marçal como candidato. No dia 10, no entanto, uma decisão judicial colocou no comando do partido a ala a favor da coligação com o PT. 

Ontem (15), o Pros aprovou a entrada do partido na coligação que apoia Lula e retirou o nome de Marçal da disputa presidencial. O TSE ainda não decidiu sobre a exclusão da candidatura do empresário. No sistema de divulgação de candidaturas do tribunal constava, até as 19 h, o nome de Marçal como candidato, assim como a participação do Pros na coligação junto com o PT.

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“Lamento muito por isso, eu não vou retroceder. Já me procuraram para renunciar para evitar problema judicial. Vou reiterar uma coisa minha particular: sou jurista por formação, nunca acionei ninguém na Justiça. Essa vai ser a primeira vez que eu vou fazer, porque eu entrei nisso para ajudar o nosso povo. Eu sei que o sistema político atual não aceita gente de fora, fazem de tudo [para isso não ocorrer]. Eu entendo isso como um golpe antidemocrático”, disse Marçal em entrevista coletiva no fim da tarde.

À noite, durante o evento de lançamento da candidatura, Marçal disse estar preparado para assumir a presidência da República e destacou a defesa da família. “Eu estou pronto para passar os quatro anos da minha vida me dedicando, governando essa nação para fazer famílias serem restauradas, para abrir empresas, gerar empregos, para afastar esse monstro da inflação que assola tanto o mundo e tem assolado o nosso país”, disse.

O candidato participou por teleconferência do evento. Ele estava em Brasília na posse do novo presidente do TSE, Alexandre de Moraes.

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Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

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