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PoderData: 27% dos que elegeram Bolsonaro hoje desaprovam o governo

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27% dos que elegeram Bolsonaro em 2018 hoje desaprovam o governo
Isac Nóbrega/ Agência Brasil

27% dos que elegeram Bolsonaro em 2018 hoje desaprovam o governo

27% dos eleitores que votaram em Jair Bolsonaro (PL) no 2º turno das eleições de 2018 hoje desaprovam seu governo. Os dados são da Pesquisa PoderData, realizada de 8 a 10 de maio de 2022.

No mesmo recorte do 2º turno de 2018, o índice de aprovadores é de 66%, enquanto 8% não souberam responder. A taxa de desaprovação teve uma variação de 2 pontos percentuais para baixo desde a última pesquisa, de 24 a 26 de abril de 2022. Os números de aprovação tiveram oscilações marginais, indo de 63% para 66%.

Numa análise geral, levando em consideração toda a amostra da pesquisa, as taxas de aprovação do governo somam 56% e de aprovação, 36%. A margem de erro do estudo é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Por outro lado, no grupo dos que votaram em Fernando Haddad (PT) na disputa de 2º turno, 90% desaprovam a atual gestão de Jair Bolsonaro. O índice de aprovadores nesse recorte é de 5%, enquanto 6% não sabem.

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Bolsonaro ganhou as eleições de 2018 com 55,13% dos votos válidos (57,8 milhões de eleitores), enquanto o adversário petista teve 44,87% dos votos.

Metodologia

O novo levantamento da PoderData foi realizado de 8 a 10 de maio de 2022. Foram entrevistadas 3.000 pessoas com 16 anos de idade ou mais em 288 municípios nas 27 unidades da Federação. Foi aplicada uma ponderação paramétrica para compensar desproporcionalidades nas variáveis de sexo, idade, grau de instrução, região e renda.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. As entrevistas foram realizadas por telefone (para linhas fixas e de celulares), por meio do sistema URA (Unidade de Resposta Audível), em que o entrevistado ouve perguntas gravadas e responde por meio do teclado do aparelho. O intervalo de confiança do estudo é de 95%.

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Governo limita reajuste das taxas de foro em terrenos da União

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Uma medida provisória editada pelo presidente Jair Bolsonaro limita o reajuste das taxas de foro e de ocupação dos terrenos da União a 10,06% no exercício de 2022. O valor corresponde à inflação do ano passado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A assinatura da MP foi informada na noite desta sexta-feira (24) pela Secretaria-Geral da Presidência da República. O texto deve ser publicado na edição do Diário Oficial da União de segunda-feira (27).

A partir de 2023, o lançamento dos débitos deverá observar o percentual máximo de atualização correspondente a duas vezes a variação acumulada do IPCA do exercício anterior ou os 10,06%, o que for menor. 

Segundo o governo, a medida corrige distorções de legislações anteriores, que obrigavam a Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU) a realizar reajustes de até cinco vezes o IPCA. As maiores variações ocorriam quando a Planta de Valores Genéricos (PVG), informada pelos municípios – que ficam com 20% da arrecadação da SPU – era atualizada após anos de defasagem. A planta também é a base de valores de imóveis utilizada pelos municípios para a fixação das cobranças do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). 

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Paga todos os anos, a taxa do foro incide sobre terrenos cujos titulares se encontravam nas terras antes da demarcação como área da União e equivale a 0,6% do valor atualizado do imóvel. Atualmente, cerca de 300 mil imóveis em todo o país estão sob o regime de foro. Na maioria dos casos, são terrenos na faixa litorânea cuja ocupação é permitida, mas a área pertence parcialmente ao governo para garantir a defesa nacional e o livre acesso ao mar pela população.

“Com a edição da MP, embora a SPU continue obrigada a seguir a PVG informada pelos municípios, fica garantido que o reajuste da cobrança de taxas de foro e de ocupação nunca seja maior que 10,06%. Além disso, vale enfatizar que muitos cidadãos podem não ter aumento algum, ou até mesmo redução na cobrança, em caso de atualizações para menos da PVG pelos municípios”, argumentou a Secretaria-Geral da Presidência. 

Para este ano, a SPU disponibilizará os documentos de arrecadação em sua página na internet [patrimoniodetodos.gov.br], para os quais serão concedidos o parcelamento em até cinco cotas mensais, com o vencimento da primeira parcela ou da cota única para o dia 31 de agosto de 2022, respeitado o valor mínimo de R$ 100 para cada parcela.

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Edição: Fábio Massalli

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