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Polícia Federal deflagra operação contra compra de votos em cidade acreana

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Um mandado de busca e apreensão foi realizado com a finalidade de se obter outras provas materiais acerca da possível compra de votos na região. O nome da operação faz referência à liberdade de escolha dos representantes por meio do direito ao voto.

De acordo com a elementos informativos colhidos, o investigado se utilizava de um grupo de WhatsApp conhecido na cidade para aliciar os eleitores a “chegarem junto” a um determinado candidato.

Áudios e fotografias corroboram para a prática ilícita e foram fundamentais para embasar a medida cautelar concedida pela 5ª Zona Eleitoral.

A investigação segue em andamento com tipificação de Corrupção Eleitoral, além de outros crimes previstos.

Assessoria

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Vereador Fábio Araújo indiciado pela PF pode pegar até 12 anos de prisão

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A Polícia Federal após concluir as investigações, indiciou o vereador de Rio Branco, Fábio Araújo (PDT) por Desvio de Rendas Públicas, cuja pena pode chegar a 12 anos de reclusão. Como resultado da Operação Contágio. Esta investigação apurava desde 2020 ilegalidade em processo de dispensa de licitação na prefeitura de Plácido de Castro. Junto com o vereador, foram indiciados gestores e empresários daquele município e de Rio Branco.

Ontem, a Polícia Federal divulgou detalhes da investigação, mostrando que o contrato sob suspeita possuía um valor aproximado de R$ 512 mil e visava a compra de equipamentos de proteção individual (EPI’s), para profissionais da saúde, que atuavam no combate à pandemia causada pelo COVID-19. Entretanto, servidores públicos do alto escalão do município e empresários, à época, se valeram da flexibilização das regras de contratações criadas pela Lei n. 13.979/2020, por causa da pandemia de Covid 19 para fraudar o certame com sobrepreço.

A maioria das empresas do município
eram fictícias, possuindo características típicas de empresas de fachada, como ausência de sede administrativa e funcionários contratados formalmente, além de possuírem relações entre si, ao ponto de relações entrelaçada.

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Existia na prefeitura de Plácido de Castro, segundo a PF, um gabinete de compras paralelo e seus integrantes sequer pertenciam aos quadros do Município.

A Tribuna

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