Política

Segurança pública será prioridade na gestão de Mara

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Durante debate na TV Gazeta, nesta quinta-feira (29), a candidata do MDB, Mara, citou ações que farão parte de sua gestão no governo do Acre.

Atualmente o Acre tem se consolidado no ranking nacional de violência, com o domínio de facções e tráfico de drogas. Para conter tal fato, Mara irá investir em policiamento de fronteira, polícia comunitária e polícia rural, além de integrar as forças de segurança pública, como a Polícia Civil e Polícia Militar.

Além disso, Mara irá investir na geração de emprego, fator que, segundo ela, aumenta o índice de jovens que são abraçados pelas facções no Estado.

“Combater o crime vai além de comprar equipamentos e aumentar o efetivo, temos que combate o crime na raiz […] nós temos que gerar emprego, para que as pessoas tenham oportunidade em nosso Estado, é dessa forma que vamos começar a melhorar essa sensação de violência em nosso Estado”, destacou.

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Política

Vereador Fábio Araújo indiciado pela PF pode pegar até 12 anos de prisão

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A Polícia Federal após concluir as investigações, indiciou o vereador de Rio Branco, Fábio Araújo (PDT) por Desvio de Rendas Públicas, cuja pena pode chegar a 12 anos de reclusão. Como resultado da Operação Contágio. Esta investigação apurava desde 2020 ilegalidade em processo de dispensa de licitação na prefeitura de Plácido de Castro. Junto com o vereador, foram indiciados gestores e empresários daquele município e de Rio Branco.

Ontem, a Polícia Federal divulgou detalhes da investigação, mostrando que o contrato sob suspeita possuía um valor aproximado de R$ 512 mil e visava a compra de equipamentos de proteção individual (EPI’s), para profissionais da saúde, que atuavam no combate à pandemia causada pelo COVID-19. Entretanto, servidores públicos do alto escalão do município e empresários, à época, se valeram da flexibilização das regras de contratações criadas pela Lei n. 13.979/2020, por causa da pandemia de Covid 19 para fraudar o certame com sobrepreço.

A maioria das empresas do município
eram fictícias, possuindo características típicas de empresas de fachada, como ausência de sede administrativa e funcionários contratados formalmente, além de possuírem relações entre si, ao ponto de relações entrelaçada.

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Existia na prefeitura de Plácido de Castro, segundo a PF, um gabinete de compras paralelo e seus integrantes sequer pertenciam aos quadros do Município.

A Tribuna

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