RIO BRANCO

Durante simulação de acidente de trânsito, Samu presta assistência de emergência a bebê de 13 dias

Published

on

Durante ação educativa simulando carros capotados na rotatória da Associação Atlética Banco do Brasil, em Rio Branco, realizada pelo governo do Acre, por meio do Departamento de Trânsito (Detran) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em meio ao tráfego de veículos e de pessoas, uma cena real chamou a atenção nesta terça-feira, 10: em momento de desespero, uma mãe clamava pela vida de sua bebê de 13 dias.

A pequena Júlia Carvalho aparentava um mal-estar há quatro dias, relatou a mãe, Franciane Barbosa: “Ela estava sentindo dores na barriga e está bem fraca desde o fim de semana. Hoje, quando acordei, vi que ela estava sangrando pela boca. Então, decidi levá-la ao hospital”.

O médico e coordenador do Samu, Pedro Pascoal, estava no local e realizou os primeiros-socorros junto à médica pediatra socorrista, Bruna Farias, e o médico Guilherme Nakamura.

“Foi um susto para a nossa equipe, pois estávamos no evento do Detran quando a mãe pediu ajuda. A bebê teve um quadro de hipoglicemia, com parada cardiorrespiratória, e acionamos a ambulância que estava próxima, para nos auxiliar. O estado é grave, porém foi estabilizado”, informou Pedro Pascoal.

A criança segue estável, tendo sido encaminhada ao Pronto-Socorro de Rio Branco, onde recebe cuidados.

Leia Também:  Sesc no Acre oferta serviços de saúde, recreação e beleza neste domingo, no Lago do Amor
Agência de Notícias Acre

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

ACRE

Caso Jonhliane: Segundo dia de julgamento começa com depoimento de Ícaro

Published

on

Ícaro José da Silva Pinto e Alan Araujo de Lima serão ouvidos nesta quarta-feira (18) no segundo dia do júri da dupla acusada na morte de Jonhliane Paiva Sousa em agosto de 2020. No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas ouvidas dez testemunhas, entre elas a mãe da jovem, Raimunda Paiva, que foi a última a prestar depoimento no plenário.

O júri popular ocorre na 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar e está sendo conduzido pelo juiz Alesson Braz. O primeiro dia de sessão durou mais de 10 horas. Neste segundo dia, os acusados devem ser ouvidos e depois defesa e acusação iniciam os debates, que devem durar 6 horas. E o juiz já programa um terceiro dia de julgamento para quinta-feira (19).

A advogada de Alan, Helane Christina Silva, avaliou o primeiro dia de júri como positivo para a defesa. “Somente um dos depoimentos alega ter tido uma visão de racha. Hoje [quinta-feira] chegamos ao ponto de ouvir os réus para depois iniciarmos os debates, que devem durar 6 horas, tendo intervalos, e partiremos para as requisições e o juiz já está programando para concluirmos os debates e a sentença ser dada na quinta.

Veja o resumo do primeiro dia

O primeiro dia começou com o perito responsável pelo laudo sendo ouvido. João Tiago Marinheiro, responsável pelo laudo do acidente, que explicou detalhadamente os pontos que foram analisados no documento.

Leia Também:  Integração entre secretarias do Estado fortalece o sistema de monitoramento do Sisa e Programa REM Acre Fase II

Pela análise das primeiras imagens, em frente ao Horto Florestal, segundo ele, a moto estava a 23,54km/h, a BMW em 46,44 km/h e o fusca em 30,74 km/h. Já em frente ao Damásio, cerca de 11 metros antes da colisão, a moto estava a 46,12km/h, já a BMW estava a 151,77 km/h e o fusca em 87,91km/h.

No momento da colisão foi calculada somente a velocidade da BMW, porque o fusca não teve interação com a motocicleta, conforme explicou o perito. Já com relação à motocicleta, não foi possível calcular, porque foi absorvida pela velocidade da BMW, que, no momento em que bateu na jovem, estava a 155,23 km/h, segundo o documento. A velocidade máxima da via é 40km/h.

A vítima, segundo o perito, foi arremessada a mais de 70 metros e a moto arrastada por mais de 100 metros.

Logo em seguida, foram ouvidas testemunhas oculares e amigos dos dois acusados. Um dos depoimentos mais esperados foi o da mãe da vítima, Raimunda Paiva, que devia ter sido ouvida ainda pela manhã, mas precisou ir para casa ser medicada. Durante todo o dia, os irmão de Jonhliane optaram que ela não acompanhasse o júri.

Leia Também:  Bandidos deixam metralhadoras para trás em árvores e armas são encontradas durante manhã em Guarapuava

Já na noite de terça, ela chegou à sessão e, muito emocionada, respondeu às perguntas do juiz e do Ministério Público (MP-AC), responsável pela acusação dos réus pelo promotor Efrain Enrique Filho. Os advogados de defesa de Ícaro e Alan não quiseram fazer perguntas à Raimunda.

Em seu relato comovente, Raimunda clamou por justiça e disse que nada vai trazer a filha de volta. Além disso, ela falou da indignação em relação à forma como o corpo da filha foi deixado pelos acusados após o acidente. “Eu acho assim, nem um animal que a gente vê na rua a gente trata assim, tem que ajudar, a gente não deixa daquele jeito.”

Ela reforçou ainda a tese de que os acusados, Ícaro e Alan, se conheciam e que estavam fazendo um racha no momento em que a filha foi morta.

“Peço justiça, esse negócio de dizer que ele não estava fazendo racha é impossível por causa daquela velocidade em um ligar que era 40 quilômetros e uma pessoa andar a 150 quilômetros, eu queria uma resposta”, pediu.

Por G1

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

RIO BRANCO

POLÍTICA

POLÍCIA

ACRE AGORA

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI