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Em tempo real: Alan diz que foi colocado em ‘pavilhão do CV’ e relata ameaças, abusos e extorsão: “Pagava para estar vivo”

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Encerrando seu depoimento no julgamento nesta quarta-feira (18) pela morte de Jonhliane Paiva, Alan Araújo revelou detalhes dos 40 dias em que ficou preso no Francisco de Oliveira Conde, com relatos que levaram sua família e a advogada às lágrimas.

Alan, que hoje está preso no batalhão do BOPE, foi direto pro FOC, ao ser preso. ” Fiquei no Pavilhão do Comando Vermelho, pois disseram que era eles que comandavam a parte alta da cidade, onde eu morava e me mandaram para lá”.

O acusado se diz inocente e que passou por situações que o levaram a depressão profunda. “Na busca por justiça, criaram uma injustiça comigo. Não cometi nenhum crime de racha, não instiguei o Ícaro, nunca fui amigo do Ícaro nem de redes sociais Perdi 15 kg em 40 dias”, diz.

Sobre as ameaças ele completa: Só eu sei o que passei naquele presídio que me colocaram por 40 dias. Ameaças, extorsão, dividindo uma cela pequena com 8 pessoas, dormindo em uma pedra. Eles me ameaçavam pedindo dinheiro e meu pai enviava pelo advogado e aí começou tudo, a intensão dele era me proteger e acabou se tornando um pesadelo e eles queriam mais e mais.

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Segundo o próprio acusado, sempre teve uma vida confortável até os 20 anos, quando o fato que culminou em sua prisão ocorreu.

“Eu pagava para estar vivo ali dentro, até que eu não tinha mais controle. Entrei em um estado de depressão profunda, comia um pão por dia. Lá não é um centro de reeducação, rola droga, briga e rola tudo”.

Sobre a depressão desenvolvida na prisão, Alan diz que dorme e acorda tentando entender tudo o que aconteceu.

“Até hoje não entendo o que passei nesse 1 ano e 9 meses, pois em nenhum momento eu pratiquei racha como dizem. Durmo e acordo todos os dias pensando quando isso vai acabar, corrói a minha mente”.

Por Contilnet

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Sargento da PM tenta se jogar de prédio em Rio Branco

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O sargento da Polícia Militar do Acre, D. A. M, de 36 anos, tentou se jogar de um prédio residencial na noite desta segunda-feira (27), na rua Coronel Alexandrino, bairro do Bosque, em Rio Branco.

Segunda informações de um oficial da PM, que esteve no local, o sargento está na ativa, porém, afastado provisoriamente por força de um atestado médico. O oficial disse ainda que o sargento está passando por problemas familiares, que envolve o falecimento da esposa por Covid-19, e familiares culpavam o militar de ter infectado a mulher e depois ela ter morrido devido às complicações ocasionadas pelo vírus.

Ao tentar se jogar do terceiro piso do prédio, os vizinhos do sargento acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), como também a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar, que subiram e conseguiram convencer o sargento não se jogar e acompanha-los para receber atendimento médico.

O militar foi encaminhado para a UPA da Baixada da Sobral na ambulância do Samu, para ser medicado e internado.

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