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Pais de alunos autistas realizam manifesto exigindo mediadores nas escolas de Rio Branco

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Um grupo de pais se reuniu em frente da Secretaria Municipal de Educação (Seme) de Rio Branco, na manhã desta terça-feira (10), para pedir por mediadores para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e alegam que as escolas não contam com os profissionais suficientes para garantir a demanda.

Karina Menezes, mãe de gêmeos e a filha com TEA, não tem o mediador para ela na escola onde estuda.

A secretária Nabiha Bestene recebeu representantes dos pais que estavam no ato para uma conversa e também representante do Sindicato do Trabalhadores em Educação (Sinteac).

A secretária disse que está sendo feita uma avaliação pedagógica das crianças autistas da rede para ver quantos e quais deles vão precisar de mediador e que após esse censo, será analisada a possibilidade de contratação de mais profissionais.

“Tenho uma filha autista e preciso disso, porque a gente vem na Seme e não dão uma reposta, falam que precisa de uma avaliação e se a pessoa que fizer essa avaliação falar que não precisa de um mediador, não vão mandar. Tem o pessoal para ser chamado [do concurso]. Isso é um absurdo. Não queremos o cuidador, nenhuma mãe aqui quer o cuidador, queremos mediador, nossas crianças não precisam de alguém que segure na mão para levar ao banheiro eles precisam de alfabetização é isso que estamos questionando”, disse.

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“Este ano, nós já chamamos 99 que passaram no concurso de 2019, dentre eles mediadores, alguns não compareceram, a gente respeitou a legislação e estamos aguardando para chamar os demais que estão em seguida”, disse.

Por G1

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Em tempo real: Alan diz que foi colocado em ‘pavilhão do CV’ e relata ameaças, abusos e extorsão: “Pagava para estar vivo”

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Encerrando seu depoimento no julgamento nesta quarta-feira (18) pela morte de Jonhliane Paiva, Alan Araújo revelou detalhes dos 40 dias em que ficou preso no Francisco de Oliveira Conde, com relatos que levaram sua família e a advogada às lágrimas.

Alan, que hoje está preso no batalhão do BOPE, foi direto pro FOC, ao ser preso. ” Fiquei no Pavilhão do Comando Vermelho, pois disseram que era eles que comandavam a parte alta da cidade, onde eu morava e me mandaram para lá”.

O acusado se diz inocente e que passou por situações que o levaram a depressão profunda. “Na busca por justiça, criaram uma injustiça comigo. Não cometi nenhum crime de racha, não instiguei o Ícaro, nunca fui amigo do Ícaro nem de redes sociais Perdi 15 kg em 40 dias”, diz.

Sobre as ameaças ele completa: Só eu sei o que passei naquele presídio que me colocaram por 40 dias. Ameaças, extorsão, dividindo uma cela pequena com 8 pessoas, dormindo em uma pedra. Eles me ameaçavam pedindo dinheiro e meu pai enviava pelo advogado e aí começou tudo, a intensão dele era me proteger e acabou se tornando um pesadelo e eles queriam mais e mais.

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Segundo o próprio acusado, sempre teve uma vida confortável até os 20 anos, quando o fato que culminou em sua prisão ocorreu.

“Eu pagava para estar vivo ali dentro, até que eu não tinha mais controle. Entrei em um estado de depressão profunda, comia um pão por dia. Lá não é um centro de reeducação, rola droga, briga e rola tudo”.

Sobre a depressão desenvolvida na prisão, Alan diz que dorme e acorda tentando entender tudo o que aconteceu.

“Até hoje não entendo o que passei nesse 1 ano e 9 meses, pois em nenhum momento eu pratiquei racha como dizem. Durmo e acordo todos os dias pensando quando isso vai acabar, corrói a minha mente”.

Por Contilnet

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