RIO BRANCO

Prefeitura de Rio Branco inicia reforma no prédio da Praça da Juventude no Cidade Nova

Published

on

A Praça da Juventude, localizada no 2° distrito da capital, bairro Cidade Nova, foi inaugurada em 2014 e entregue a gestão Sebastião Bocalom e Marfisa Galvão em situação de completo abandono.

Nos primeiros meses de gestão, a prefeitura de Rio Branco realizou ações de incentivo ao lazer e cultura no local, como o Dia do Jovem, comemorado em abril, que reuniu no espaço jovens artistas de diversas áreas.

Prefeitura de Rio Branco por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) vem informar que a reforma iniciada na quinta-feira,5, com a instalação de grades de proteção, deu continuidade na manhã desta terça-feira,10, com reformas internas de restauração da biblioteca, auditório, banheiros, fiação elétrica, estrutura e pintura, que serão concluídas ate o fim do próximo final de semana.

“Recebemos o lugar em completo abandono, e foi um pedido da nossa secretária Marfiza que fosse realizado a revitalização do espaço e colocar em funcionamento o mais rápido possível. Estamos fazendo o acompanhamento das obras e será entregue completamente novo com muitas ações já programadas para o uso da comunidade”, explica Ivan Ferreira, diretor de planejamento SASDH.

Leia Também:  Confira: Prefeitura de Sena Madureira abre processo seletivo com 155 vagas

A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana – SEINFRA, tem prestado apoio junto com equipe técnica na manutenção do espaço.

O externo do prédio estará concluído em aproximadamente três semanas, após a conclusão do trabalho de grafite, que será usado como fachada. Além das reformas no visual, a estrutura também recebe a instalação de câmeras de vigilância, que junto com os guardas noturnos já contratados, farão parte da segurança do ambiente.

O prédio da juventude será usado para realização de eventos em incentivo a arte, lazer e cursos de capacitação e profissionalizantes para os jovens e a comunidade.
A inauguração ainda não tem data prevista, mas estimasse que ate o final do mês de maio as obras estejam completamente concluídas e o prédio entregue ao público.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

ACRE

Caso Jonhliane: Segundo dia de julgamento começa com depoimento de Ícaro

Published

on

Ícaro José da Silva Pinto e Alan Araujo de Lima serão ouvidos nesta quarta-feira (18) no segundo dia do júri da dupla acusada na morte de Jonhliane Paiva Sousa em agosto de 2020. No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas ouvidas dez testemunhas, entre elas a mãe da jovem, Raimunda Paiva, que foi a última a prestar depoimento no plenário.

O júri popular ocorre na 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar e está sendo conduzido pelo juiz Alesson Braz. O primeiro dia de sessão durou mais de 10 horas. Neste segundo dia, os acusados devem ser ouvidos e depois defesa e acusação iniciam os debates, que devem durar 6 horas. E o juiz já programa um terceiro dia de julgamento para quinta-feira (19).

A advogada de Alan, Helane Christina Silva, avaliou o primeiro dia de júri como positivo para a defesa. “Somente um dos depoimentos alega ter tido uma visão de racha. Hoje [quinta-feira] chegamos ao ponto de ouvir os réus para depois iniciarmos os debates, que devem durar 6 horas, tendo intervalos, e partiremos para as requisições e o juiz já está programando para concluirmos os debates e a sentença ser dada na quinta.

Veja o resumo do primeiro dia

O primeiro dia começou com o perito responsável pelo laudo sendo ouvido. João Tiago Marinheiro, responsável pelo laudo do acidente, que explicou detalhadamente os pontos que foram analisados no documento.

Leia Também:  Líder Huni-Kuin diz que aldeias estão sendo ‘utilizadas como corredores para o tráfico

Pela análise das primeiras imagens, em frente ao Horto Florestal, segundo ele, a moto estava a 23,54km/h, a BMW em 46,44 km/h e o fusca em 30,74 km/h. Já em frente ao Damásio, cerca de 11 metros antes da colisão, a moto estava a 46,12km/h, já a BMW estava a 151,77 km/h e o fusca em 87,91km/h.

No momento da colisão foi calculada somente a velocidade da BMW, porque o fusca não teve interação com a motocicleta, conforme explicou o perito. Já com relação à motocicleta, não foi possível calcular, porque foi absorvida pela velocidade da BMW, que, no momento em que bateu na jovem, estava a 155,23 km/h, segundo o documento. A velocidade máxima da via é 40km/h.

A vítima, segundo o perito, foi arremessada a mais de 70 metros e a moto arrastada por mais de 100 metros.

Logo em seguida, foram ouvidas testemunhas oculares e amigos dos dois acusados. Um dos depoimentos mais esperados foi o da mãe da vítima, Raimunda Paiva, que devia ter sido ouvida ainda pela manhã, mas precisou ir para casa ser medicada. Durante todo o dia, os irmão de Jonhliane optaram que ela não acompanhasse o júri.

Leia Também:  Saúde de Rio Branco inicia vacinação contra gripe para grupos prioritários

Já na noite de terça, ela chegou à sessão e, muito emocionada, respondeu às perguntas do juiz e do Ministério Público (MP-AC), responsável pela acusação dos réus pelo promotor Efrain Enrique Filho. Os advogados de defesa de Ícaro e Alan não quiseram fazer perguntas à Raimunda.

Em seu relato comovente, Raimunda clamou por justiça e disse que nada vai trazer a filha de volta. Além disso, ela falou da indignação em relação à forma como o corpo da filha foi deixado pelos acusados após o acidente. “Eu acho assim, nem um animal que a gente vê na rua a gente trata assim, tem que ajudar, a gente não deixa daquele jeito.”

Ela reforçou ainda a tese de que os acusados, Ícaro e Alan, se conheciam e que estavam fazendo um racha no momento em que a filha foi morta.

“Peço justiça, esse negócio de dizer que ele não estava fazendo racha é impossível por causa daquela velocidade em um ligar que era 40 quilômetros e uma pessoa andar a 150 quilômetros, eu queria uma resposta”, pediu.

Por G1

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

RIO BRANCO

POLÍTICA

POLÍCIA

ACRE AGORA

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI