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6 hábitos que prejudicam o desempenho do cérebro

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6 hábitos que prejudicam o desempenho do cérebro
Redação EdiCase

6 hábitos que prejudicam o desempenho do cérebro

Alguns alimentos e hábitos do dia a dia podem auxiliar nas funções cognitivas cerebrais. Outros, porém, podem se transformar em grandes vilões e até potencializar a destruição dos neurônios. “A pessoa que não tem o hábito de realizar a primeira refeição matinal, no caso o café da manhã , estimula constantemente processos pontuais de hipoglicemia, que gera uma quantidade insuficiente de nutrientes ao cérebro, causando sua degeneração paulatinamente”, explica a nutricionista clínica esportiva Fernanda Alves.

Principais vilões para o cérebro

Ainda que vários hábitos e alimentos possam prejudicar o cérebro, alguns, em específico, são considerados os mais perigosos. “Os maiores vilões são o estresse , o álcool, as drogas, a má alimentação, a poluição e o cigarro. A alimentação rica em produtos industrializados, especialmente adicionados de corantes, aromatizantes e conservantes, também se mostra bastante nociva para o cérebro, inclusive para as crianças”, sintetiza a nutricionista Pérola Ribaldo. 

Cafeína também é prejudicial

A nutricionista Gabriela Taveiros explica que a ingestão excessiva de cafeína, presente no café, refrigerantes à base de cola, chocolate e alguns chás, como o mate, também é prejudicial, pois ela é um estimulante do sistema nervoso. 

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Outros h ábitos que também são perigosos 

A seguir, a nutricionista clínica esportiva Fernanda Alves lista alguns hábitos negativos para o cérebro! 

Consumo de alta quantidade de alimentos

O consumo exagerado de alimentos , principalmente dos industrializados, causa o endurecimento das artérias do cérebro, o que influencia na diminuição da capacidade mental. 

Nicotina

Os fumantes contam com os malefícios proporcionados pela nicotina, substância tóxica que tem como um dos sintomas a diminuição encefálica, com a aceleração da morte de alguns neurônios, o que facilita o aparecimento dos sintomas iniciais da doença de Alzheimer. 

Consumo excessivo de açúcar

O alto consumo de açúcar interrompe a absorção de proteínas e outros nutrientes, causando má nutrição e podendo interferir no desenvolvimento do cérebro. 

Noites de sono mal dormidas

Dormir pouco também é ruim. Isso porque o ato de dormir permite ao cérebro descansar. A falta de sono por períodos prolongados acelera a perda de células cerebrais. 

Poluição

O cérebro é o maior consumidor de oxigênio do corpo, por isso, inalar ar contaminado ou poluído diminui sua oxigenação, provocando uma diminuição da eficiência cerebral. 

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Fonte: IG SAÚDE

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Milhões de pessoas têm hipertensão sem saber mesmo fazendo exames

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Milhões de pessoas têm hipertensão sem saber mesmo fazendo exames
Reprodução

Milhões de pessoas têm hipertensão sem saber mesmo fazendo exames

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, apontou que milhares de pessoas podem sofrer de hipertensão sem saber mesmo fazendo exames regulares. Isso porque os cientistas descobriram que uma a cada oito pessoas com idades entre 40 e 75 anos apresenta picos de pressão enquanto está dormindo. Como a maioria dos exames de aferição de pressão arterial é feita durante o dia, a condição passa despercebida pelos médicos.

O trabalho publicado na revista científica British Journal of General Practice alerta para a necessidade de exames mais completos para o diagnóstico da doença. Os pesquisadores recomendam a realização de testes como o Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (Mapa). O aparelho usado nesse exame afere a pressão em intervalos médios de 20 minutos durante o período de 24h e é eficaz para verificar se a pressão do paciente sobe enquanto ele está dormindo.

Normalmente, a pressão arterial diminui à noite, quando estamos dormindo, e aumenta durante o dia, quando estamos acordados e em movimento. Os pesquisadores, ao analisarem dados de cerca de 21 mil pacientes do sistema de saúde britânico, observaram que para algumas pessoas, principalmente para aquelas com doença cardiovascular e idosos com diabetes ou doença renal, esse padrão é inverso: a pressão aumenta durante a noite e diminui durante o dia.

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Esse fenômeno é chamado de “reverse dippers” e dificulta o diagnóstico da hipertensão arterial, já que os exames de rotina são feitos durante o dia.

Segundo o estudo, o aumento da pressão arterial durante a noite foi verificado em 49% dos pacientes internados em hospitais e em aproximadamente 15% da população geral do Reino Unido. Os pesquisadores notaram também que, quando os grupos de hospitalizados e não hospitalizados foram analisados juntos, uma em cada três pessoas com a condição “reverse dippers” tinha ao menos uma doença cardiovascular. Com base nos novos dados, os cientistas sugerem que os médicos solicitem exames de monitoramento da pressão por 24 horas com maior frequência, para aferir a pressão também durante o sono.

“Não medir a pressão arterial noturna coloca todos os grupos em risco de falha na identificação da hipertensão. Recomendamos que os médicos de clínica geral indiquem o Mapa a todos os pacientes com idade a partir dos 60 anos, no mínimo, ao avaliar a hipertensão”, concluíram os autores do artigo.

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Fonte: IG SAÚDE

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