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Avança Saúde Auditiva amplia atendimento nos CERs de São Paulo

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Os Centros Especializados em Reabilitação (CERs) da cidade de São Paulo podem ser encontrados por meio da plataforma Busca Saúde
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Os Centros Especializados em Reabilitação (CERs) da cidade de São Paulo podem ser encontrados por meio da plataforma Busca Saúde

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) deu início no último sábado (7) ao Avança Saúde Auditiva em 15 Centros Especializados em Reabilitação (CERs) da capital. A ação, que amplia o atendimento de unidades das seis Coordenadorias Regionais de Saúde (CRSs), visa reduzir o tempo de espera para avaliação das pessoas com suspeita de perda de audição.

Para atender a demanda, 75% composta por pessoas com mais de 60 anos, o Avança Saúde Auditiva vai ampliar o número de atendimentos dos CERs participantes, inclusive aos sábados (veja a lista das unidades abaixo).

Serão realizados diversos procedimentos com foco no diagnóstico da audição por meio de consulta com o médico otorrinolaringologista, avaliação audiológica e início do tratamento.

Confirmada a perda auditiva que requeira o uso de aparelho auditivo sonoro individual (AASI), o fonoaudiólogo selecionará o modelo que melhor atenda às necessidades do paciente. Ao conceder o dispositivo, o CERfará o acompanhamento para orientações quanto ao uso e intervenções terapêuticas, a exemplo do aprimoramento de estratégias de comunicação de adultos e idosos, além do desenvolvimento da linguagem de crianças.

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De acordo com a área técnica de Saúde da Pessoa com Deficiência, da Coordenadoria de Atenção Básica da SMS, somente em 2021 foram dispensados 13.261 aparelhos auditivos para aproximadamente 6.630 usuários da rede da capital.

Os Centros Especializados em Reabilitação (CERs) da cidade de São Paulo podem ser encontrados por meio da plataforma  Busca Saúde

Centros Especializados em Reabilitação participantes:

– CER III Campo Limpo, rua Gastao Raul Fourton Bousquet, 377 – Jardim Marcelo; – CER III Santo Amaro, av. Miguel Yunes, 491 – Usina Piratininga; – CER IV M Boi Mirim, av. Alexandrina Malisano De Lima, 601 – Jardim Herculano; – CER IV Milton Aldred, rua São Caetano Do Sul, 381 – Grajau; – CER II Ermelino Matarazzo, rua Ovidio Lopes, 253 – Parque Oturussu; – CER IV São Miguel, rua Professor Antonio Gama De Cerqueira, 347 – São Miguel; – CER II Guaianases, rua Macabu, 35 – Jardim São Carlos; – CER II Vila Mariana, av. Ceci, 2235 – Planalto Paulista; – CER IV Flávio Gianotti, rua Xavier De Almeida, 210 – Ipiranga; – CER III Penha, praça Nossa Senhora Da Penha, 55 – Penha; – CER III Sapopemba, av. Sapopemba, 8518 – Jd Planalto; – CER III Carandiru, rua Jose Pereira Jorge, 305 – Carandiru; – CER III Sé, rua Frederico Alvarenga, 259 – Sé; – CER III Lapa – rua Catão, 420 – Vila Romana.

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Fonte: IG SAÚDE

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Portugal confirma 5 casos de ‘varíola dos macacos’ e preocupa Europa

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Vírus da 'varíola dos macacos'
Centro de Controle de Doenças/Divulgação

Vírus da ‘varíola dos macacos’

A Direção-Geral da Saúde (DGS) de Portugal informou nesta quarta-feira que identificou cinco casos de pessoas diagnosticadas com o vírus da varíola dos macacos (monkeypox, em inglês). As autoridades de saúde da Espanha também afirmaram que estão testando oito casos suspeitos da doença. Nesta segunda-feira, o Reino Unido fez um alerta à Organização Mundial de Saúde (OMS) depois que os números de diagnósticos chegaram a sete na região. Ao todo, são 12 contaminados na Europa.

Os portugueses diagnosticados com a varíola apresentaram lesões na pele, estão estáveis e são todos homens que vivem na região de Lisboa e do Vale do Tejo. De acordo com a DGS, mais de 20 casos estavam em análise, dos quais cinco foram confirmados.

“Foram identificados, neste mês de maio, mais de 20 casos suspeitos de infeção pelo vírus Monkeypox, todos na região de Lisboa e Vale do Tejo, cinco dos quais já confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, esta quarta-feira, dia 18. Os casos, na maioria jovens, e todos do sexo masculino, estão estáveis, apresentando lesões ulcerativas”, afirma o comunicado da autoridade de saúde de Portugal.

Segundo informações da Agência de Segurança Sanitária do Reino Unido (UKHSA), a doença é rara, e os infectados costumam se curar em questão de semanas. No entanto, os países europeus passaram a monitorar possíveis surtos desde que o primeiro caso foi identificado pela agência britânica, no dia 7 de maio, do vírus que não é comum no continente.

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Nesta segunda-feira, foi informado pela agência de saúde britânica que os quatro novos contaminados no Reino Unido se identificaram como gays, bissexuais ou outros homens que fazem sexo com homens. A nova informação levou a UKHSA a pedir que esses grupos estejam alertas para quaisquer erupções ou lesões incomuns na pele e, se for o caso, procurem imediatamente atendimento médico. O Ministério da Saúde espanhol e a DGS de Portugal não divulgaram qualquer informação sobre a orientação sexual dos infectados.

“Isso é raro e incomum. A UKHSA está investigando rapidamente a fonte dessas infecções porque as evidências sugerem que pode haver transmissão do vírus da varíola dos macacos na comunidade, espalhado por contato próximo”, afirmou a consultora média chefe da agência britânica, Susan Hopkins, em comunicado.

Após o alerta, a OMS anunciou, nesta terça-feira, que quer esclarecer os casos de varíola do macaco detectados na Europa. Com exceção do primeiro infectado, que havia viajado recentemente para a Nigéria, onde a doença é endêmica, os demais casos do Reino Unido foram contaminados na região, reforçando receios de transmissão comunitária. A organização ressaltou o alerta de que homens que têm relações sexuais com homens devem estar atentos aos sinais da doença.

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“Estamos vendo transmissões entre homens que têm relações sexuais com homens, uma nova informação que devemos estudar adequadamente para compreender melhor a dinâmica (do contágio)”, disse o diretor-geral adjunto da Organização Mundial da Saúde (OMS) para intervenções de emergência, Ibrahima Socé Fall.

A varíola do macaco é uma infecção viral rara semelhante à varíola humana, embora mais leve, registrada pela primeira vez na República Democrática do Congo na década de 1970. O número de casos na África Ocidental aumentou na última década.

Os sintomas incluem febre, dores de cabeça e erupções cutâneas que começam no rosto e se espalham para o resto do corpo. Não é particularmente grave entre pessoas, afirmam as autoridades de saúde espanholas, e a maioria dos contaminados se recupera em algumas semanas. Porém, alguns casos graves têm sido relatados.

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Fonte: IG SAÚDE

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