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Covid-19: Brasil registra 117 mortes nas últimas 24 horas

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País registra mais de 29 mil novos casos nas últimas 24 horas
Reprodução: getty images

País registra mais de 29 mil novos casos nas últimas 24 horas


Nas últimas 24 horas, o Brasil contabilizou 29.884 novos casos de Covid-19 , e 117 óbitos  relacionados à doença. Com os números, já são 35.082.036 infectadas em todo o país, e 689.272 vidas perdidas desde o início da  pandemia .

Os dados do Conass (Conselho Nacional de Secretário de Saúde ) mostram um aumento na média móvel de casos registrados em relação à semana passada. Enquanto hoje (23) a média se encontra em 20.566, na quarta-feira passada (16) o número era de 8.645.

A média móvel do número de óbitos também registrou uma alta em relação à semana anterior. Hoje, a média é de 73 mortes, enquanto na semana passada era de 28 óbitos. 

São Paulo  é o estado com maior número de casos e óbitos causados pela Covid-19 , com 6.177.577 e 176.074, respectivamente. Em seguida vem Minas Gerais, com 3.898.775 pessoas infectadas e 63.930 mortos, e Paraná, com 2.765.269 casos e 45.477 óbitos.


São Paulo cumpriu meta de vacinação

Apenas o estado de São Paulo cumpriu a meta de vacinar pelo menos 90% da população  que deveria receber duas doses da  vacina  contra a  Covid-19 . É o que mostra um novo estudo da Oxfam, organização de ajuda humanitária presente em mais de 90 países, publicado nesta quarta-feira. Segundo o levantamento, o estado paulista imunizou 91% dos elegíveis, isto é, aqueles que estavam aptos a se vacinar.

Alguns estados ficaram em patamar próximo aos 80%, caso do Rio de Janeiro (80,7%), Santa Catarina (84,4%) e Ceará (80%). A disparidade entre os estados foi grande. No Amapá, por exemplo, a média ficou em 59,5%. A cobertura vacinal mais baixa entre os estados se deu em Roraima, com 57,5%.

Entre as cidades brasileiras, o saldo também não é muito positivo. Somente 16% ultrapassaram a marca de 80%. Na região Sul, 30% dos municípios apresentavam mais de 80% da população com duas doses; na região Sudeste, 27,2%; no Centro-Oeste, 11,8%; no Nordeste, 2,7%; e na região Norte, somente 1,1%.

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Fonte: IG SAÚDE

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Manipulação correta de carnes pode evitar contaminação alimentar

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Carne vermelha
Reprodução: pixabay – 01/08/2022

Carne vermelha


As infecções alimentares são a causa de 582 milhões de adoecimentos e 351 mil mortes ao redor do mundo segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre as formas mais comuns de adquirir uma contaminação, má higienização, manipulação incorreta ou mesmo com o consumo de produtos vencidos, em especial proteínas de origem animal, são as principais.

De acordo com o chef Davi Laranjeira avaliar o produto antes do consumo, bem como tomar os cuidados necessários no preparo são os primeiros passos para evitar contaminações alimentares. Um exemplo clássico citado pelo profissional é a manipulação da carne de frango.

“Acontece muito da pessoa lavá-la na pia, entretanto nesse processo o que acontece é que você prolifera bactérias em todos os utensílios da cozinha, na geladeira, na pia, nos potes, nas mãos. Todos os microrganismos que são prejudiciais à saúde já são limpos no fornecedor do frango, bem como o restante das bactérias é eliminada no cozimento. Lavar além de não adiantar nada, aumenta o risco de contaminação”, alerta.

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Outro comportamento de risco é colocar carnes de molho em soluções salinas, vinagre ou limão — recurso geralmente utilizado para mascarar o cheiro. Entretanto, o chef destaca que se isso é necessário, é porque na verdade a proteína não deve ser consumida.


“Se seu frango, carne vermelha ou peixe não está fresco e apresenta um cheiro proeminente, a realidade é que essa carne está em processo de apodrecimento por não ter sido conservada da maneira correta. Não é possível ‘salvá-las’ com essas técnicas de lavagem, pois os micro-organismos estão na fibra e não na parte externa. Além de não garantir a segurança alimentar, esse processo também altera o sabor, a textura e o valor nutricional do alimento”, explica.

Atenção no congelamento e descongelamento

Mudanças bruscas de temperatura, bem como deixar carnes fora da geladeira também podem causar infecções alimentares. “Na hora de congelar, há quem acredite que é preciso que o alimento esfrie antes de ir para a geladeira, o que é incorreto, pois na verdade quanto antes eu colocar para congelar melhor. A orientação é vedar esse alimento em algum recipiente com tampa e levá-lo para o freezer. Até mesmo a indústria faz isso, tanto que o nome desse processo é ultracongelamento.

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Quanto mais rápido esse processo, maior é a retenção de nutrientes, e menor a proliferação de micro-organismos, que preferem a temperatura ambiente ou morna, bem como umidade”, explica.

Essa mesma lógica vale para o descongelamento: deixar em temperatura ambiente é um prato cheio para aumentar os riscos de contaminação. “O ideal é descongelar dentro da geladeira, ou seja, descer do freezer para a prateleira. Caso você queira acelerar o processo, a função de descongelamento do micro-ondas é uma opção segura”, recomenda Davi Laranjeira.

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Fonte: IG SAÚDE

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