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Dia da saúde: 6 dicas para um estilo de vida mais saudável

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Dia da saúde: 6 dicas para um estilo de vida mais saudável
Redação EdiCase

Dia da saúde: 6 dicas para um estilo de vida mais saudável

No dia 05 de agosto é comemorado o Dia Nacional da Saúde, que visa conscientizar a população sobre a importância da preservação e promoção da saúde para uma melhor qualidade de vida. E, ao contrário do que muitos pensam, o conceito de saúde não significa apenas a ausência de doenças ou enfermidades. Na verdade, de acordo com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), “saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social”.

Ou seja, o conceito de saúde está relacionado a um estilo de vida saudável, afinal, nossos hábitos diários possuem um grande impacto em nosso organismo. Por isso, é interessante notar que essa nova definição de saúde acompanha uma tendência recente da área médica que propõe uma maneira diferente de se enxergar o paciente: a Medicina do Estilo de Vida.

De acordo com a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, a Medicina do Estilo de Vida é baseada em seis pilares e pode atuar na prevenção e tratamento de doenças. A seguir, confira quais são eles!

1. Controle o estresse

O estresse e a ansiedade podem causar uma série de danos ao organismo. Por isso, é fundamental investir em medidas para gerenciar essas situações e manter sua saúde mental e física. “Quando seu corpo está sob altos níveis de estresse por longos períodos de tempo, essas reações físicas, se não forem controladas, podem prejudicar sua saúde”,  diz a Dra. Caroline Reigada, médica nefrologista e especialista em Medicina Intensiva. 

Segundo a especialista, passar um tempo ao ar livre pode ajudar a combater os efeitos do estresse. “Quando você passa algum tempo ao ar livre, dá ao seu cérebro um descanso do fluxo constante de dados e estímulos que ele recebe ao longo do dia. Isso permite que ele reinicie sua capacidade de foco, para que você se sinta mais criativo e mais capaz de resolver os problemas”, explica a médica.  

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Em casa, procure um tempo para descansar dos estímulos alheios, parando por um momento, desconectando-se do mundo online e tomando um tempo para respirar. Uma ótima estratégia é praticar meditação. “Além disso, no trabalho, a cada 60 ou 90 minutos, pare 15 minutos para respirar, tomar um café ou simplesmente fechar os olhos. O tempo de descanso é extremamente importante para o manejo de estresse”, afirma a Dra. Aline Lamaita.

2. Alimente-se corretamente 

A adoção de uma alimentação balanceada rica em frutas, verduras e legumes é fundamental para a manutenção da saúde. Além disso, evite o consumo excessivo de gorduras ruins, frituras, sal e açúcar. Mas tenha certeza também de comer o que te dá prazer. Se você não gostar de comer, dificilmente vai conseguir aderir a mudanças de hábitos. Então, encontre um estilo de alimentação saudável que você adore e que corresponda ao que você goste. Existem muitas opções saborosas e saudáveis demais para se contentar com alimentos que você não gosta.

3. Pratique exercícios 

É comprovado que exercícios físicos podem prevenir uma infinidade de doenças e até reverter casos de diabetes tipo II , hipertensão e depressão.  “O ideal, então, é realizar semanalmente 150 minutos de exercícios físicos de intensidade moderada. Mas qualquer atividade já pode trazer benefícios, como aumentar o número de passos por dia e subir escadas”, ressalta a Dra. Beatriz Lassance.

4. Pare de fumar 

De acordo com a cirurgiã plástica Dra. Beatriz Lassance, além de 80% dos cânceres de pulmão ocorrerem em fumantes, o tabagismo também está associado a uma série de outros problemas, incluindo o envelhecimento precoce da pele e o tromboembolismo. Por isso, o ideal é deixar o cigarro de lado. A Dra. Caroline Reigada explica que cada vez que você inala a fumaça do cigarro, sua frequência cardíaca e sua pressão arterial aumentam temporariamente.

“Seu coração tem que bater mais forte e mais rápido do que o normal. Os níveis de colesterol também ficam fora de controle, já que a fumaça do cigarro aumenta os níveis de LDL, ou colesterol ‘ruim’, e de uma gordura no sangue chamada triglicerídeos. Isso faz com que uma placa de gordura se acumule em suas artérias, aumentando o risco de ataques cardíacos”, explica a médica.

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5. Durma bem 

O ideal é dormir entre 7 e 8 horas de forma consistente. Fugir desses valores é colocar a saúde em risco. “Temos evidências extensas de que dormir cinco horas ou menos aumenta consistentemente o risco de condições adversas à saúde, como doenças cardiovasculares e até longevidade. Além disso, esse período é indispensável para a reparação do organismo e é importante para o bom funcionamento do sistema imunológico”, afirma a Dra. Aline Lamaita.

A médica ainda explica que se após dormir 7 ou 8 horas os sintomas de cansaço e sonolência persistirem, a qualidade do sono pode estar sendo ruim. “Então, uma dica para melhorar o sono é evitar equipamentos eletrônicos uma hora antes de dormir, pois a luz azul emitida por esses aparelhos interfere na qualidade do sono”, alerta a Dra. Beatriz Lassance.

6. Socialize com outras pessoas 

De acordo com a Dra. Aline Lamaita, existe uma extensa literatura médica comprovando que relações interpessoais possuem grande influência sobre a saúde do paciente. “Ou seja, mantenha por perto as pessoas que você gosta, mesmo que seja pela internet”, afirma a especialista. Uma rica rede social ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade, combate a depressão e aumenta a estimulação intelectual.

Além disso, as pessoas não são a única fonte de relacionamentos. A companhia de animais provou ser igualmente boa para a saúde. “ Animais de estimação fazem as pessoas se sentirem bem, mas o mais importante: seu animal favorito pode torná-lo saudável e ajudá-lo a permanecer assim. Eles podem nos acalmar, aumentar nossa imunidade, melhorar nossa saúde cardíaca, nos manter em movimento e melhorar nossa vida social”, diz a médica.

Por Claudia Amoroso

Fonte: IG SAÚDE

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Monkeypox: OMS muda o nome das variantes do vírus; entenda motivo

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Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório
Reprodução/NIAD 13.08.2022

Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório

Um grupo de especialistas reunidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou a mudança nos nomes das variantes do vírus monkeypox, causador da varíola dos macacos , nesta sexta-feira. Em vez de carregarem o nome das regiões da África onde são predominantes, agora as linhagens serão reconhecidas por meio de algarismos romanos, em busca de uma nomenclatura “não discriminatória”.

A equipe trabalha para renomear tanto as cepas, como a própria doença, desde junho, quando a organização atendeu a um pedido de diversos virologistas internacionais. O nome que irá substituir o termo varíola dos macacos, no entanto, ainda não foi decidido.

Segundo a OMS, as alterações seguem as melhores práticas atuais para nomear doenças e patógenos, que devem “evitar ofender qualquer grupo cultural, social, nacional, regional, profissional ou étnico e minimizar qualquer impacto negativo no comércio, viagens, turismo ou bem-estar animal”, explica a instituição em comunicado.

Antes chamadas de Clado do Congo – variante predominante na África Central – e Clado da África Ocidental, agora as linhagens são oficialmente nomeadas de Clado I e Clado II, respectivamente. O Clado II é dividido ainda em duas sublinhagens, o Clado IIa e o Clado IIb .A decisão foi tomada pelo Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus (ICTV) em reunião realizada no dia 8 de agosto.

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De acordo com a OMS, o grupo segue trabalhando para o novo nome que substituirá “monkeypox”, e consequentemente “varíola dos macacos”, em português. A denominação da doença já recebia críticas, uma vez que os macacos não são portadores da doença.

A confusão começou em 1958, quando o vírus foi isolado pela primeira vez. Para isso, os pesquisadores utilizaram um macaco cinomolgo (Macaca fascicularis), espécie natural da Ásia. Porém, os principais animais que carregam o vírus são roedores.

Na última terça-feira, a OMS chegou a lamentar relatos de ataques a primatas ocorridos no Brasil pelo medo da contaminação pela varíola dos macacos, e reforçou que o surto atual é causado pela transmissão entre humanos.

A declaração veio após indivíduos da espécie terem sido envenenados e feridos numa reserva natural em Rio Preto, no Estado de São Paulo. Equipes de resgate e ativistas suspeitam que os animais foram alvos depois que três casos da varíola símia foram confirmados na região.

Além da referência aos macacos, os especialistas reclamavam principalmente da associação das variantes às localidades da África. Em junho, cerca de 30 profissionais ao redor do mundo fizeram uma publicação no virological.org – site em que virologistas compartilham informações sobre vírus em tempo real – pedindo a alteração nos nomes.

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Chamada de “Necessidade urgente de uma nomenclatura não discriminatória e não estigmatizante para o vírus monkeypox”, o documento tem entre seus assinantes o brasileiro Tulio de Oliveira, um dos responsáveis por sequenciar a variante Ômicron do Sars-CoV-2 na África do Sul e que foi escolhido como um dos cientistas do ano em 2021 pela revista científica Nature.

O movimento tem argumento semelhante ao realizado no ano passado, quando a OMS passou a adotar letras gregas para as cepas da Covid-19, no lugar da referência ao país em que ela foi identificada. Na época, a epidemiologista-chefe da OMS e líder da resposta ao novo coronavírus, Maria Van Kerkhove, destacou que “nenhum país deve ser estigmatizado por detectar e relatar novas variantes”. Foi, por exemplo, quando a antiga “variante indiana” passou a ser chamada de variante Delta.

Segundo os pesquisadores, a retirada das regiões africanas nos nomes das variantes do vírus monkeypox é uma iniciativa importante, especialmente pelo vírus estar se disseminando agora por todos os continentes.

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Fonte: IG SAÚDE

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