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Estudo diz que substância do vinho tinto retarda a ejaculação precoce

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Substância do vinho tinto pode retardar ejaculação precoce, diz estudo
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Substância do vinho tinto pode retardar ejaculação precoce, diz estudo

Um estudo desenvolvido na Espanha descobriu que a resposta aqueles que sofrem com a ejaculação precoce pode estar no vinho tinto. Sengundo a pesquisa, o consumo regular de uma pílula com quercetina, uma substância presente na uva, e erva de São João fez com que os pacientes conseguissem sustentar a ereção 77 segundos a mais durante o sexo.

Os voluntários da pesquisa tinham entre 27 e 58 anos, estavam em relacionamentos há pelo menos seis meses, e conseguiam manter a ereção antes de ejacular por, em média, 1 minuto e 9 segundos. Todos tomaram o remédio por 12 semanas, e a média subiu para 2 minutos e 26 segundos.

A pesquisa foi desenvolvida por pesquisadores do Instituto Murcian de Sexologia e subsidiado pela empresa que fabrica as pílulas. O levantamento foi divulgado em versão pré-print, ou seja, não foi revisado pela comunidade científica, na revista The Journal of Sexual Medicine.

Sabe-se que a erva de São João é capaz de inibir a contração do ducto deferente, uma das estruturas do sistema reprodutor masculino que faz parte da ejaculação. A quecertina, por sua vez, já foi utilizada anteriormente pra tratar pacientes com inflamação na próstata, um sintoma comum aos homens que possuem problemas de ejaculação precoce.

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A quantidade de quercetina usada na pílula é equivalente à encontrada em uma taça de vinho, ou em uma cebola roxa grande.

Mesmo que os resultados sejam promissores, os cientistas ressaltam que é preciso fazer uma levantamento com mais participantes para entender se a pílula realmente funciona e que outros fatores podem ter influenciado o resultado.

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Fonte: IG SAÚDE

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Gravidez ectópica: principal causa de mortalidade materna na gestação

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Apesar de ser uma condição pouco frequente, ocorre em cerca de 2% das gestações
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Apesar de ser uma condição pouco frequente, ocorre em cerca de 2% das gestações

Em uma gestação natural, o óvulo e o espermatozoide se encontram e se combinam dentro de uma das tubas uterinas. O óvulo fecundado se desloca então pela tuba até o útero, onde se implanta no revestimento uterino e cresce até ser retirado após nove meses.

Entretanto, às vezes, o óvulo fecundado não chega ao útero e permanece na tuba, ou em um ovário, no colo do útero, no abdômen, ou até mesmo em cicatrizes de cesarianas anteriores ou outras cirurgias. Essas anomalias no processo de gestação são chamadas de gravidez ectópica.

Apesar de ser uma condição pouco frequente, ocorrendo em cerca de 2% das gestações, ela é a principal causa de mortalidade materna no primeiro trimestre de gestação. Cerca de 90% das gestações ectópicas são tubárias, ou seja, que ocorrem nas tubas, o que acaba resultando em um perigo ainda maior para a mulher.

O embrião implantando continua crescendo na estreita tuba uterina. Depois de três semanas o tamanho do embrião é o suficiente para causar uma pressão por dentro da tuba, capaz de rompê-la, resultando em uma hemorragia que pode ser fatal se não for tratada com cirurgia.

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Os principais sintomas enquanto o embrião cresce na tuba são dores abdominais unilaterais, sangramento vaginal e desmaios. Quando há o rompimento, os sinais se intensificam: a paciente sente uma dor aguda ou dilacerante em um lado do abdômen, perto da virilha, e apresenta queda da pressão arterial e outros sintomas de choque.

As mulheres que têm mais risco de gravidez ectópica são aquelas que já passaram por uma anteriormente, mas também há uma grande possibilidade naquelas com infecções pélvicas ou cirurgias uterinas prévias. A fertilização in vitro também aumenta as chances de se ter uma gravidez ectópica. Entretanto, em metade dos casos, as mulheres eram saudáveis e não possuíam nenhum fator de risco.

O tratamento para este tipo de alteração também vai depender do histórico de saúde da grávida e os riscos de uma possível ruptura do tubo uterino. Geralmente, as mulheres saudáveis recebem uma injeção de metotrexato, que é também usado para tratar certos tipos de câncer e distúrbios autoimunes e dificulta a formação de DNA ou a multiplicação das células. Com este medicamento, o embrião para de crescer, e o organismo acaba por reabsorvê-lo.

Caso haja o rompimento da tuba, a gestante precisa passar por uma cirurgia de emergência, onde é retirado o embrião. Nos dois casos, tanto com a cirurgia ou com a injeção, o processo de gestação é interrompido, o que faz muitas pessoas acreditarem ser um aborto.

Entretanto, com ou sem intervenção, gestações ectópicas não sobrevivem além dos primeiros meses. Dificilmente um óvulo fecundado sobrevive por muito tempo fora do óvulo, visto que outras estruturas do corpo não são capazes de proteger ou nutrir um embrião.

Fonte: IG SAÚDE

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