SAÚDE

Governo anuncia distribuição de absorventes após atraso de oito meses

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Absorventes serão distribuídos gratuitamente pelo governo
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Absorventes serão distribuídos gratuitamente pelo governo

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (23) que irá repassar recursos aos programas de distribuição de absorventes para mulheres de em situação de vulnerabilidade

A pasta publicou uma portaria que permite a transferência de dinheiro do governo federal para os municípios. A decisão entra em vigor após oito meses da promulgação da lei que criou o programa.

Segundo o ministério, serão beneficiadas cerca de 4 milhões de mulheres, entre elas:

  • 3,59 milhões de estudantes de baixa renda matriculadas nos níveis de Ensino Fundamental, Médio, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e ensino profissional;

  • 17 mil mulheres de oito a 50 anos que atualmente vivem em situação de rua; 

  • 291 mil adolescentes internadas em unidades de cumprimento de medidas socioeducativas.

Os gastos anuais do programa, que deve ser iniciado ainda neste ano, serão de R$ 140 milhões de reais. Para o mês de novembro e dezembro, os custos serão de R$ 23,4 milhões.

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O anúncio foi realizado pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga durante um evento nesta quarta-feira (23). A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, a senadora eleita Damares Alves e Cristiane Britto, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos também estiveram presentes.

Distribuição

Os prefeitos e gestores municipais ficarão responsáveis pelo fornecimento dos absorventes. O produto poderá ser encontrado em Unidades Básicas de Saúde, escolas e consultórios homologados pelo Ministério da Saúde.

Projeto aprovado no ano passado

O Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual foi aprovado na Câmara e no Senado, nos meses de agosto e setembro de 2021.

Em outubro do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro vetou a criação do programa justificando que o Congresso não havia repassado a fonte de gastos.

O Congresso, no entanto, derrubou o veto do chefe do Executivo. Diante disso, a lei que estabelece o programa foi decretada pelo presidente em março de 2022.

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A lei ordenava 120 dias para que o governo implementasse o programa e realizasse a distribuição dos absorventes. O prazo venceu em 8 de julho e não foi cumprido, sob a alegação que buscava recursos para viabilizar o projeto.





Fonte: IG SAÚDE

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SAÚDE

Manipulação correta de carnes pode evitar contaminação alimentar

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Carne vermelha
Reprodução: pixabay – 01/08/2022

Carne vermelha


As infecções alimentares são a causa de 582 milhões de adoecimentos e 351 mil mortes ao redor do mundo segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre as formas mais comuns de adquirir uma contaminação, má higienização, manipulação incorreta ou mesmo com o consumo de produtos vencidos, em especial proteínas de origem animal, são as principais.

De acordo com o chef Davi Laranjeira avaliar o produto antes do consumo, bem como tomar os cuidados necessários no preparo são os primeiros passos para evitar contaminações alimentares. Um exemplo clássico citado pelo profissional é a manipulação da carne de frango.

“Acontece muito da pessoa lavá-la na pia, entretanto nesse processo o que acontece é que você prolifera bactérias em todos os utensílios da cozinha, na geladeira, na pia, nos potes, nas mãos. Todos os microrganismos que são prejudiciais à saúde já são limpos no fornecedor do frango, bem como o restante das bactérias é eliminada no cozimento. Lavar além de não adiantar nada, aumenta o risco de contaminação”, alerta.

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Outro comportamento de risco é colocar carnes de molho em soluções salinas, vinagre ou limão — recurso geralmente utilizado para mascarar o cheiro. Entretanto, o chef destaca que se isso é necessário, é porque na verdade a proteína não deve ser consumida.


“Se seu frango, carne vermelha ou peixe não está fresco e apresenta um cheiro proeminente, a realidade é que essa carne está em processo de apodrecimento por não ter sido conservada da maneira correta. Não é possível ‘salvá-las’ com essas técnicas de lavagem, pois os micro-organismos estão na fibra e não na parte externa. Além de não garantir a segurança alimentar, esse processo também altera o sabor, a textura e o valor nutricional do alimento”, explica.

Atenção no congelamento e descongelamento

Mudanças bruscas de temperatura, bem como deixar carnes fora da geladeira também podem causar infecções alimentares. “Na hora de congelar, há quem acredite que é preciso que o alimento esfrie antes de ir para a geladeira, o que é incorreto, pois na verdade quanto antes eu colocar para congelar melhor. A orientação é vedar esse alimento em algum recipiente com tampa e levá-lo para o freezer. Até mesmo a indústria faz isso, tanto que o nome desse processo é ultracongelamento.

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Quanto mais rápido esse processo, maior é a retenção de nutrientes, e menor a proliferação de micro-organismos, que preferem a temperatura ambiente ou morna, bem como umidade”, explica.

Essa mesma lógica vale para o descongelamento: deixar em temperatura ambiente é um prato cheio para aumentar os riscos de contaminação. “O ideal é descongelar dentro da geladeira, ou seja, descer do freezer para a prateleira. Caso você queira acelerar o processo, a função de descongelamento do micro-ondas é uma opção segura”, recomenda Davi Laranjeira.

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Fonte: IG SAÚDE

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