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Navio é barrado no Porto de Santos por trazer varíola dos macacos

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Trata-se de um navio cargueiro, vindo do Chipre. Anteriormente, esteve na Argentina
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Trata-se de um navio cargueiro, vindo do Chipre. Anteriormente, esteve na Argentina

Um navio que vinha do Chipre foi barrado no Porto de Santos (SP) por suspeita de que tripulantes estão com a varíola dos macacos. Trata-se de um navio cargueiro, com nome de registro “MV Captain John P”. A situação foi constatada antes da autorização para atracar.

“A embarcação encontra-se na área de fundeio, não estando, neste momento, autorizada a atracar ou operar por parte da Anvisa ( Agência Nacional de Vigilância Sanitária )”, disse a SPA (Santos Port Authority), empresa responsável pela infraestrutura do Porto de Santos , em nota.

Daqui para frente, a equipe do porto que está encarregada de cuidar do caso disse que irá seguir as orientações da Anvisa, para, assim, proceder com as medidas cabíveis. Antes de chegar à costa brasileira, o navio estava atracado no porto de San Lorenzo, na Argentina.

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Resta saber se já traziam a doença antes da “escala” no país vizinho, ou se a tripulação contraiu lá mesmo. Os órgãos de saúde do Brasil (e do mundo) estão cautelosos com a disseminação da doença. Até o momento, uma morte pela varíola dos macacos foi confirmada no Brasil, em MG.

Fonte: IG SAÚDE

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Cachorro é diagnosticado com varíola dos macacos na França

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Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório
Reprodução/NIAD 13.08.2022

Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório

Um cachorro foi infectado pela varíola dos macacos na França. Um estudo publicado na revista científica “The Lancet” apresentou o caso e informou que o animal provavelmente contraiu a doença de seus donos, que também testaram positivo para o vírus.

Os tutores do cachorro são um casal homossexual que não tem uma relação monogâmica, ou seja, tem um relacionamento aberto. O animal dormia com os donos e começou a ter as lesões cutâneas 12 dias após o casal. Os sintomas foram feridas no abdômen e uma ulceração anal fina.

Segundo os cientistas, o animal macho de quatro anos de idade foi realmente infectado pelo vírus dos donos. A análise deu 100% de compatibilidade com o vírus dos humanos.

Além do cachorro, apenas animais selvagens (roedores e primatas) foram vetores de transmissão do vírus monkeypox e, até então, o vírus não havia sido identificado em um animal doméstico.

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Segundo a Lancet, os donos não deixaram que o cão tivesse contato com outros animais ou pessoas desde quando eles testaram positivo para a varíola.

O estudo concluiu que “a cinética do início dos sintomas em ambos os pacientes e, subsequentemente, em seu cão sugere a transmissão do vírus da varíola do macaco de humano para cão”.

“Nossas descobertas devem estimular o debate sobre a necessidade de isolar animais de estimação de indivíduos positivos para o vírus da varíola do macaco”, finalizam os cientistas.




Fonte: IG SAÚDE

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