SAÚDE

SP inicia imunização contra gripe na população em situação de rua

Published

on

source
População vulnerável em situação de rua durante período de frio intenso
Fernando Frazão/Agência Brasil – 29.07.2021

População vulnerável em situação de rua durante período de frio intenso

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), inicia nesta sexta-feira (13) a imunização contra a gripe em toda população em situação de rua a partir dos seis meses de idade. De acordo com o último censo da população em situação de rua, a capital conta, atualmente, com cerca de 32 mil pessoas nessas condições.

A vacinação está disponível nas 470 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), três Centros de Saúde Escola, nos drive-thrus e nos postos volantes estruturados pelas UBSs.

Além dos postos fixos, a imunização também ocorrerá nas ruas, por meio do trabalho itinerante das equipes de Consultório na Rua e de Redenção na Rua, nas visitas às instituições de acolhida e locais de permanência das pessoas em situação de rua. Ao todo, mais de 700 profissionais do Consultório na Rua e Redenção na Rua estão envolvidos na busca ativa da população para imunização.

“No final de dezembro e início de janeiro deste ano enfrentamos um grande aumento nos casos de influenza, sendo atingidos principalmente por uma nova cepa. Desta forma, precisamos ampliar a vacinação contra gripe e ofertar essa imunização à população em situação de rua. Esse trabalho é essencial, ainda mais neste período de temperaturas mais baixas”, disse o secretário municipal da saúde, Luiz Carlos Zamarco.

Desde o início da campanha contra gripe, em 27 de março, 1.232.691 doses foram aplicadas no público elegível. O calendário de vacinação com os grupos elegíveis e os locais de vacinação podem ser consultados no link .

Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

SAÚDE

Ponto G feminino se revela mais complexo do que a ciência imaginava

Published

on

source
Ponto G feminino se revela mais complexo do que a ciência imaginava
Vitoria Rondon

Ponto G feminino se revela mais complexo do que a ciência imaginava

Pesquisadores afirmam que o prazer feminino não está localizado em um único ponto

O chamado “Ponto G” ainda é um dos assuntos debatidos quando se fala de sexualidade feminina. Alvo de polêmicas e controvérsias, seja pela falta de abordagem do assunto ou pela frequente questão de “como encontrar o ponto G”, o termo pode estar com os dias contados.

Isso porque em publicação da revista científica ‘Sexual Medicine Reviews’, cientistas norte-americanos afirmaram que o termo é “enganoso” e “inadequado” quando descreve a zona erógena (partes do corpo que funcionam como gatilhos para o prazer) da vagina como um único ponto.

> Conheça os benefícios da meditação para o corpo e a mente

O que é o ponto G?

O “ponto G”, segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, é um ponto localizado a mais ou menos 3 centímetros da entrada da vagina, próximo à parede anterior, perto da bexiga, em que a mulher sente maior sensibilidade ao prazer.

“O ponto G é a parte onde tem uma divisão dos corpos cavernosos do clitóris, e o que a gente vê externamente é a glande do clitóris, mas ele internamente tem dois corpos cavernosos. [Ou seja,] o ponto G é a base dessa divisão dos dois corpos cavernosos, então você atinge ele quando sente o clitóris internamente”, diz a médica.

Leia Também:  Flamengo finaliza preparação para o duelo contra o Talleres, pela Libertadores

> Hipoglicemia e hiperglicemia: entenda as diferenças e saiba como evitá-las

As 5 áreas erógenas 

Dessa forma, segundo os pesquisadores responsáveis pela pesquisa, no lugar do ponto G entram em cena os crus (constituídos de dois corpos cavernosos, que se unem e formam o corpo do clitóris), os bulbos de vestíbulo (dois bulbos de tecido erétil que descem ao longo da vagina), as glândulas periuretrais, a uretra e a própria parede anterior da vagina.

Os cientistas afirmaram ainda que, com base na descrição do ginecologista alemão Ernst Gräfenberg, que descreveu a área de produção de orgasmos na década de 1950, acreditam que o uso do termo “ponto G” é enganoso.

“Sugerimos que o termo atual ‘Ponto G’ é enganoso e, portanto, inadequado. As cinco regiões erógenas da parede vaginal anterior são mais precisas e apropriadamente denominadas Zona Gräfenberg ou Zona G”, afirmam.

> Veja como diminuir o estresse durante a gravidez

O que são zonas erógenas?

Conforme a ginecologista Carolina Ambrogini, as zonas erógenas são áreas do corpo em que o toque é prazeroso. “As zonas erógenas mais comuns são as genitais, mas o corpo todo é uma zona erógena, como o toque na pele que pode ser muito prazeroso também”, afirma.

Reavaliação da pesquisa original 

A equipe comandada pelo pesquisador Irwin Goldstein chegou a essa conclusão depois de reavaliar a descrição original descrita por Gräfenberg. Segundo eles, o ginecologista alemão classificou três funções da zona erótica: “sensações de prazer”, “inchaço” e “ejaculação fluida”, como sendo as responsáveis pelo prazer feminino e não um único ponto atribuído a todas elas.

Leia Também:  Coreia do Norte: desfile militar foi evento propagador de Covid-19

> 5 dúvidas comuns sobre menstruação

Alteração do nome

Em análise publicada e defendida na revista ‘Sexual Medicine Reviews’, os pesquisadores ainda pedem que especialistas em saúde sexual considerem a análise e a mudança de nome em pesquisas futuras. Mas a pesquisa sobre o ponto G ainda é muito controversa e exige análises. 

Apesar disso, dizer que o ponto G não existe não significa negar o prazer feminino, pois, conforme explica a ginecologista Carolina Ambrogini, se pegarmos a mucosa vaginal, não existe nenhuma alteração, mas isso não interfere na forma como as mulheres sentem prazer.

“Já foi feita biópsia em cadáver e viram que realmente nesta região não tem mais terminações nervosas, só um lugar onde você acessa o clitóris internamente. Então, eu não acho que isso seja negar o prazer feminino, mas é que realmente não existe nenhuma alteração anatômica que torne esse ponto mais sensível. É só porque existe esse estímulo interno do clitóris, que não é essencial para ter o prazer, porque o prazer ele vem principalmente da estimulação externa do clitóris”, esclarece a especialista.

Acompanhe mais notícias sobre saúde

Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

RIO BRANCO

POLÍTICA

POLÍCIA

ACRE AGORA

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI