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Aécio Neves diz que sua assinatura foi manipulada no TSE, Bittar nem esquentou a cadeira e direção do PSDB volta para Major Rocha. Partido teve desempenho pífio em 2016

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Presidente afastado do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) disse que sua assinatura digital no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi usada “sem o o seu conhecimento” no documento que determinou a troca do comando do partido no Acre. O tucano, envolvido nas delações dos executivos da JBS, pediu ao senador Tasso Jereissati (CE), presidente interino, que anule a decisão. Ao todo, 14 dirigentes foram destituídos.
“Ao tomar conhecimento que sua assinatura digital teria sido utilizada sem seu conhecimento para oficializar a medida, o presidente licenciado, Senador Aécio Neves, solicitou ao presidente em exercício, senador Tasso Jereissati, que a torne sem efeito e que o assunto seja submetido à deliberação na próxima reunião da Executiva Nacional”, informou a assessoria do PSDB em nota enviada ao Acre. O diretor de gestão corporativa do PSDB, João Almeida, disse que foi ele quem usou o login e a senha de Aécio para alterar a composição do diretório. Almeida afirmou que o Acre não ultrapassou a linha de corte pelo pífio desempenho nas eleições municipais do ano passado.
A justificativa oficial do PSDB para a interrupção do mandato de Rocha é o fraco desempenho do partido no Acre nas eleições de 2016. Isso porque, em janeiro de 2017, quando Aécio aprovou a prorrogação do mandato de todas as Executivas, incluindo o seu, a direção do PSDB havia estabelecido metas de desempenho para o pleito terminado meses antes.
Pela resolução do partido, apenas os Estados que tivessem atingido um desempenho mínimo poderiam ter os mandatos das Executivas prorrogados. Ao todo, seis Estados não conseguiram atingir a meta de candidatos recomendada pela direção nacional. Os comandos de cinco outros Estados conseguiram negociar a extensão do mandato, somente o Acre teve sua Executiva destituída.
A assinatura eletrônica de Aécio no TSE está registrada no Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGPI) do TSE em um documento que interrompeu o mandato do deputado federal Major Rocha como presidente do PSDB no Acre. Integrante dos grupo batizado como ‘cabeças pretas’, ala de tucanos que defende o rompimento do partido com o governo Michel Temer, Major Rocha acusa Aécio de ter colocado em seu lugar o ex-primeiro-secretário da Câmara, Márcio Bittar, de quem é rival.
A decisão atribuída a Aécio Neves sacramenta o término do mandato de todo o Diretório Estadual acreano. Segundo o texto, o prazo foi alterado de 31 de maio de 2018 para 17 de junho de 2017. Uma consulta no site do TSE informa que, antes dessa, a última alteração tinha sido realizada dois meses antes, no dia 7 de abril, quando o mandato de todos os membros do diretório fora prorrogado por um ano.
Com informações do Estadão
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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