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Agronegócio é plausível, mas o planeta não depende da Amazônia para o equilíbrio climático, diz cientista no Acre

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“As árvores não produzem água, muito pelo contrário, elas absorvem orvalhos, que são pequenas gotículas de água existente na atmosfera”. A declaração soou como desprezo à tese de que é importante a floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta.
Assim o cientista, pesquisador e climatologista e PHD em Meteorologia, Luiz Carlos Molion, iniciou sua palestra na Assembleia Legislativa, nesta quinta- feira (28), durante a sessão temática “Amazônia, clima global e Desenvolvimento”.
Falando para os deputados acreanos, empresários, secretários de Estado, autoridades acadêmicas e ambientalistas, Luís Carlos Molion defendeu sua própria tese de que a Amazônia não é a grande “máquina de fazer chover” como afirmam muitos cientistas e meteorologistas.
“Quem produz chuva são os oceanos através da evaporação de suas águas. E não a floresta como muitos ecologistas publicam”, disse o cientista.
Ele continuou sua palestra explicando que as nuvens são empurradas pelo vento para a crosta terrestre. Quando essas nuvens se chocam com paredões de montanhas elas ficam retidas e acabam caindo em forma de chuva.
Segundo Luiz Carlos Molion, foi justamente essa densidade de água caindo em volta das cordilheiras dos Andes, a cerca de 700 milhões de anos, em decorrência do choque de duas placas tectônicas, que fez nascer em uma área de deserto a floresta amazônica que o mundo conhece hoje.
“A água que a floresta recebe devolve aos mesmos oceanos através da desembocadura de seus rios nos mares”, sustenta o cientista.
Com essas explicações científicas, Luís Carlos Molion defende a utilização da região amazônica para uso do agronegócio sem risco ao meio ambiente.
Luiz Carlos é o convidado do governo acreano e do senador Marcio Bitar(MDB) para uma série de palestras no Acre este final de semana, voltadas para diversos setores Sociais.
A intenção do governo acreano é usar a tese dele para desmistificar a ideia ambientalista de que o incentivo ao agronegócio seria prejudicial ao meio ambiente regional e danoso ao clima mundial.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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