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Alan Rick já liberou R$ 9 milhões para hospitais mais críticos do Acre, mas obras não foram licitadas. Será retaliação?

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Deputado espera não ser retaliado pelo governo pelo fato de ser oposição


Seis milhões e meio de reais já estão à disposição do Governo do Estado para a reconstrução do Hospital João Câncio Fernandes, em Sena Madureira. Esses recursos representam 65% do necessário para a obra e foram destinados pelo deputado federal Alan Rick (DEM), por meio de emendas parlamentares. O governador Tião Viana (PT) ainda não fez publicar no Diário Oficial o edital para a licitação dos serviços. Também estão na conta os R$ 2,5 milhões, frutos de emenda individual de Alan Rick, para reforma e ampliação da Unidade de Saúde de Acrelândia. O deputado, ao ser questionado pela reportagem de acjornal.com, deu a seguinte declaração:  “eu visitei vários hospitais do interior. Sena Madureira e Acrelândia têm a situação mais crítica, seja pela estrutura já deteriorada (no caso de Sena), seja pela falta de serviços vitais como em Acrelândia. Destinei e já consegui a liberação dos recursos para as obras dos dois hospitais. A demora na licitação atrasa o início dessas obras fundamentais pra saúde do povo. Espero que o estado não esteja me retaliando por eu ser um deputado de Oposição”, disse.
O deputado entende que “nada justifica a demora, sobretudo por se tratar de estruturas deficientes, e de um atendimento que precisa ser humanizado”.
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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