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Arroz cru e carne dura: paciente ligado ao governo, internado há mais de 30 dias, pede “pelo amor de Deus” para trocar direção do PS

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Post de Denyssan: “Tião Viana não é culpado”


O paciente Denyssan Santos, internado na Enfermaria Masculina do Hospital de Urgência e Emergência (Huerb) há mais de 30 dias, usou seu perfil no Facebook para mandar um recado desesperado ao secretário Gemyl Júnior (Saúde). Ele diz que a alimentação servida no hospital tem arroz e feijão crus, além de carne “escaldada e dura”, sugerindo que a proteína não é cozida. As refeições não chegam aos pacientes nos horários informados, segundo ele. “Pelo amor de Deus troquem essas direção do PS pois não sei mais a quem reclamar”, protestou. O paciente ameaça ir ao governador para pedir providências, dando a entender que possui trânsito livre nos gabinetes das autoridades.
Os seguidores do paciente lembram de suas postagens anteriores sobre elogios a Tião Viana. E ele rebate: “Eu também sei cobrar. Estou cobrando da direção, não do Tião”.   O internauta Giovani Lins instiga: “sabe cobrar quando é você que precisa do serviço. Conveniente, mas e esses oito anos de abandono na saúde, só vendo agora mesmo?”.
Denyssan tenta esclarecer: Só estou cobrando em nomes de todos q aqui estão internados em seus leitos q estão cm fome… Já são 14:09 da tarde e só agora q está chegando a comida não chamou nem mais de almoço e sim de merenda”.
Segundo ele, “o culpado disso tudo é a direção, não o governador”. Os seguidores lembram o caos na saúde, que não é de hoje, mas que o PT prometeu solução 20 anos atrás.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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