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Bronca do Internauta: a educação que o PT não mostra tem chão de barro, falta água, merenda, livros e alunos caminham até 10 KM´s

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Imagem registrada pela professora e sindicalista Rosana Nascimento


“Educação de Qualidade do Acre oferecida pelo grupo politico que governa este Estado.
Sala de aula anexo da Escola Limoeiro do Assentamento PAE Limoeiro. Esta sala de aula do sexto ano em um espaco Alternativo na associacao. Chao batido, os livros sao antigos, nao fornecem merenda, nao tem energia, nao tem agua, nao tem transporte escolar, nao tem banheiro. Precario, com quase 20 anos no governo esse grupo politico que governa e que propagandeia educacao de qualidade, que a educacao do Acre estar entre os melhores indices da Avaliacao externa, pelo tempo que governa ja deveria ter escolas decentes e salas de aulas apropriadas na zona rural. Como ter educacao de qualidade nessas condicoes?. O Aluno chega muito cansado pois caminha mais de 5 ate 10 km para chegar na escola como ter bom aprendizado nessas condicionantes?” – Rosana Nascimento , professora e presidente do Sinteac e da CUT-Acre

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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