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Cerca de 300 seguidores viram suicídio ao vivo de Bruna Borges. Perícia recolhe celular e HD, mas vídeo desaparece após 24 horas

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Auto eliminação. O termo é extremamente técnico e foi usado pela Polícia Civil do Acre para conceituar o que, provavelmente, será comprovado: a acadêmica de Ciências Sociais da Ufac, Bruna Borges, de 19 anos, cometeu suicídio. A perícia recolheu o celular que seria de uso pessoal da estudante. Um HD e outros eletro eletrônicos também serão examinados já a partir desta quinta. “O que nos interessa é apurar se houve crime. Obviamente, diremos, no futuro, se mais alguém estava com esta moça quando tudo aconteceu. Por enquanto, ficamos focados na análise criteriosa do material encontrado”, disse o secretário adjunto de Segurança Pública, Josemar Fortes. A polícia não irá divulgar o suposto vídeo, se este for encontrado. Bruna reclamou de um “relacionamento abusivo” e escreveu, em sua página no Facebook, que “ninguém merece ser abusada”.
Instagran
Toda transmissão ao vivo pela rede social Instagran só pode ser vista por seguidores autorizados pelo titular da conta. No total, quase 300 pessoas que viram a tragédia ainda poderão revê-la por um tempo limitado. O vídeo permanece ativo por 24 horas apenas. Após isso, simplesmente some. A reprodução também é impossível, pelo menos na qualidade original.
A reportagem buscou a opinião do web designer Dionísio Neto, um dos mais conceituados no Acre. “A regra geral é essa. Ainda que a conta seja pública, o vídeo de uma transmissão ao vivo desaparece um dia depois”, disse.
Esse vídeo só poderá ser reproduzido mediante filmagem a partir de outro celular.
O quadro depressivo da estudante ficou claro, segundo a opinião da maioria dos internautas.
 
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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