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Corrupção na Emurb: juiz manda prender, de novo, cinco empresários. Três são considerados foragidos

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O Juízo da 4ª Vara Criminal decretou a prisão preventiva de cinco empresários acusados de participação nbo esquema de desvio de verbas públicas na Emurb. A decretação das prisões ocorreuàs 13 horas desta quarta-feira. Miguel Júnior, da empresa JMG, e Carlos Alberto Gotardo, da Madeireira C.A.Gotardo, já foram localizados pela polícia e devem se entregar nas próximas horas. São considerados foragidos os empresários Júlio Alberto de Faria (Ferronorte), Francisca Laura Paula Chaves (Construtora Selva) e Hitermeyer Brasil (Construtora Brasileira) eram considerados foragidos até às 13:25hs.
Os empresários haviam sido libertados às 11 horas desta terça-feira, após cumprirem prisão temporária. A preventiva foi pedida pelo promotor Fernando Cebranel, que investiga a corrupção cuja mentor, segundo apurou o MP, é o ex-diretor da Emurb, Jackson Marinheiro.
A prisão preventiva saiu antes do esperado. os empresários não dormiram em suas residências. Durante a noite, eles entraram com pedido de Habeas Corpus preventivo, que não foi julgado

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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