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Corrupção na Emurb: STJ liberta acusados, determina perda da função pública, mas Jackson marinheiro continua no gabinete de César Messias

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Estão em liberdade condicionada desde a noite desta terça-feira todos os agentes públicos que haviam sido presos na Operação Midas, acusados pelo suposto desvio de R$ 7 milhões na Empresa Municipal de Urbanismo (Emurb), juntamente com dez empresários e o que, segundo o Ministério Público, é considerado o chefe da organização criminosa, Jackson Marinheiro. Eles foram postos em liberdade em ordem assinada por um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Porém, há condicionantes: todos devem perder a função pública. São eles Jorginey Fernandes, Jose Carlos Silva Fernandes, oziais Bezerra da Silva, Maikon das Chagas Ferraz  (responsável pelo Almoxarifado da Emurb à época) e Evaldo da Silva Moraes (assessor parlamentar do deputado estadual Jonas Lima). O STJ determinou, ainda que os acusados cumpram medidas cautelares. Ou seja, estão proibidos de manter contato entre si, frequentar qualquer órgão público e proibição de d eixar o estado. O então diretor da Emurb, Jackson Marinheiro, foi o primeiro dentre os agentes públicos a ganhar liberdade. No entanto, o STJ não mandou demití-lo do cargo de secretário parlamentar do deputado federal César Messias.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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