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Datafolha: 4 em 10 não conseguem citar medida positiva de Bolsonaro em seis meses de governo

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Para 4 em cada 10 brasileiros, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) não fez nada de muito positivo ou que mereça destaque em seus seis primeiros meses de governo, aponta pesquisa Datafolha, realizada nos dias 4 e 5 de julho e divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta segunda-feira (22/07/2019).
Ou seja, 39% dos entrevistados responderam “nada” quando perguntados o que o presidente teria feito de melhor até então. A resposta foi dada livremente, pois não foram concedidas opções aos entrevistados.
O percentual sobre para 45% entre mulheres e pessoas com apenas ensino fundamental, para 46% entre negros, para 47% no região Nordeste do país e 52% entre adeptos de religiões de matrizes africanas.
O número é maior (76%) entre quem avalia o governo como ruim ou péssimo. Entre os que afirmam que votaram em Jair Bolsonaro no segundo turno, 17% disseram não ter nada a destacar de muito positivo.
Dos que responderam, os entrevistados listaram os temas segurança (8%), reforma da Previdência (7%) e fim da corrupção (4%) como os principais avanços do governo Bolsonaro. O fim do horário de verão foi apontado por 1%.
Por outro lado, quando questionados sobre o que Bolsonaro teria feito de pior durante o período mencionado, 21% citou o Decreto das armas. A reforma da Previdência vem logo em seguida, com 12%. Na ocasião, 19% disseram não saber e 18% disseram “nada”.
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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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