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Depois de arrochar na gasolina, governo anuncia demissão em massa no serviço público federal. Veja regras

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O Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Acre ainda não se manifestou sobre a proposta do governo Temer de enxugar a folha a qualquer custo. Inicialmente, foi lançada a idéia de um Plano de Demissões Voluntárias, em que o servidor interessado, se aderir ao PDV, será ofertado 1,25 salário para cada ano trabalhado.O Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Acre ainda não se manifestou sobre a proposta do governo Temer de enxugar a folha a qualquer custo. Inicialmente, foi lançada a idéia de um Plano de Demissões Voluntárias, em que o servidor interessado, se aderir ao PDV, será ofertado 1,25 salário para cada ano trabalhado.O trabalhador será desligado do serviço público mesmo que não faça a opção ao programa. Resta ser definido quais grupos de servidores seriam desligados sumariamente sem os benefícios do PDV.
O governo prepara uma proposta de implementação da jornada de trabalho reduzida. Ela vai permitir que, ao invés de 8 horas diárias e 40 horas semanais, os servidores possam optar por: trabalhar 6 horas diárias e 30 semanais; trabalhar 4 horas diárias e 20 semanais. O funcionário terá o salário cortado na mesma proporção da redução da jornada de trabalho. • Ao promover um programa de demissão voluntária, o governo mira uma das maiores despesas do orçamento: os gastos com servidores. Estes são considerados gastos obrigatórios.
O objetivo do governo é diminuir os gastos com a folha de pagamentos, num momento de fragilidade nas contas públicas. De acordo com o Planejamento, apenas o PDV deve gerar economia de cerca de R$ 1 bilhão ao ano. Os gastos da União com o pagamento de servidores aumentaram nos últimos três anos em relação ao Produto Interno Bruto (PIB)
Desde o início da crise, o governo vem reduzindo a autorização de concursos. Alega restrições orçamentárias, inclusive, para convocar os aprovados em certames anteriores – situação muito parecida ao que ocorre no Acre atualmente.
A elevação n preço dos combustíveis foi outra decisão salgada para o consumidor. A medida visa elevar a arrecadação federal para que o governo consiga cumprir a meta fiscal de 2017
 
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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