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Deputado pede demissão de diretora do HC após denúncia por falta de remédio a transplantados: “incompetente”

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O deputado Heitor Júnior Macedo (PDT) usou a tribuna da Assembléia hoje para expor sua indignação com o que ele classificou de irresponsabilidade e incompetência da diretora do Hospital das Clínicas, a enfermeira Juliana. Ele pediu que o governador demita a enfermeira, em razão da falta de medicação essencial para pacientes transplantados. O parlamentar denunciou outro fator agravante que resultou na suspensão da realização de um novo transplante que deixou de ser feito por falta de solvente no HC, onde, segundo ele, faltam mais de cem ítens de medicações.
Heitor Júnior lamentou a situação caótica em que setores da saúde se encontram e pediu providências para evitar a morte desses pacientes. A denúncia foi feita pelo acjornal.com no início da manhã desta terça-feira (veja a reportagem AQUI). “O Estado também não pode ser omisso”, relatou.
Heitor cobrou a aquisição em caráter emergencial de Tracolimus, utilizado para conter a rejeição do órgão transplantado. ” Isso é absurdo com pacientes que muitas vezes ficam meses esperando por um procedimento desses e quando conseguem correm o sério risco de morrer por omissão do governo do estado.. Ou tomam providências ou esses pacientes poderão morrer”, alertou. Heitor júnior cobrou ainda medicamentos essenciais para a comunidade nos postos de saúde e pediu providências imediatas.
O secretário Gemyl Júnior não se pronunciou.
Colaborou Dora Monteiro

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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