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“Duende Verde” é condenado por pertencer e promover facção. Criminoso, que era menor, deu “salve” que provocou incêndios e caçada a militares em 2016

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Daniel Ramos Gomes, de 19 anos, conhecido pela alcunha de “Duende Verde”,  foi condenado a quatro anos de reclusão em regime fechado por pertencer e prover facções criminosas no Acre. O rapaz teve envolvimento direto nos ataques ocorridos em 2016. Foi uma reação do crime organizado à morte de um integrante da facção em confronto com policiais militares.  À época, Daniel fez saudações ao “irmãos” num plano que tinha como objetivo atingir residências de policiais e autoridades da Segurança Pública, assim como prédios públicos. Houve grande repercussão do caso na imprensa local após o uso de garrafas contendo a substância conhecida popularmente por “coquetel molotov“ para incendiar, ainda, ônibus. Muitos áudios e vídeos surgiram em que pessoas afirmavam a posição de enfrentamento ao Estado e fortalecimento da facção. A apreensão do celular de Daniel levou ás provas de que o juiz Flávio Mundim precisava para formar sua convicção. Ou seja, “promover ou integrar organização criminosa tem objetividade jurídica consistente na paz pública, isto é, o sentimento coletivo de segurança e confiança na ordem e proteção jurídica, que, pelo menos em tese, foram atingidos pela facção criminosa a qual pertence o acusado”.
 
Pelas imagens compartilhadas e trocas de mensagem no aplicativo Whatsapp foi concluído que o acusado enaltecia a referida organização criminosa, como ocorreu quando publicou os dizeres “Salve família er nois”,  da qual se compreende sua agregação a doutrina de atuação.
“Apesar de o réu ter idade inferior a 21 anos na data do fato, a culpabilidade dentro da esfera danosa do crime de organização criminosa merece profunda reprovação, “pois atualmente as organizações criminosas atuam dentro e fora dos presídios, fomentando um número alarmante de novos crimes, entre os quais, homicídios, tráfico de drogas e roubos”, diz o magistrado em sua sentença. O réu respondeu ao processo preso, então o Juízo assinalou que assim deve permanecer preso, uma vez que se nega o direito de recorrer em liberdade.
Com informações Ascom TJ

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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