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Eliane Sinhasique pede proteção a ex-assessor que denunciou esquema no Deracre ao acjornal.com

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A deputada Eliane Sinhasique (PMDB) parabenizou durante a sessão desta terça (31) a Polícia Federal (PF) pela ‘Operação Buracos’, desencadeada no Acre na última segunda-feira (30) para investigar possível desvio de recursos do Deracre. Ela pediu, ainda, que a PF preste segurança ao senhor Sebastião de Souza, que denunciou o esquema que pode ter desviado dos cofres públicos mais de R$ 700 milhões. A reportagem do denunciante foi do acjornal.com, com exclusividade. Reveja a entrevista AQUI
“Eu já disse aqui nesta casa que no dia que empresários e pessoas ligadas ao governo tivessem a coragem de abrir a boca para falar da forma que se dão as licitações, sobre os direcionamentos que ocorrem neste Estado, não ia ficar pedra sobre pedra. Ontem ficou claro e evidente a maneira que o PT procede para fazer caixa para as eleições. O senhor Sebastião de Sousa fez declarações explicando de que forma o dinheiro era utilizado pelo Deracre para fazer caixa de campanha ainda no governo de Jorge Viana. As revelações do senhor Sebastião de Souza são de deixar qualquer um que tem vergonha na cara de cabelo em pé. Eu peço à Polícia Federal que cuide daquele homem. Quando a gente ouve o depoimento dele vemos como funciona. Ninguém tem coragem de contar em detalhes o esquema utilizado pelo governo do Estado para fazer caixa para suas campanhas”, disse Eliane Sinhasique.
A parlamentar peemedebista explicou que as conduções coercitivas se deram para evitar o contato entre os investigados, para que não fosse combinado qualquer tipo de depoimento. “O trabalho da Polícia Federal tem que ser elogiado, tem que ser enaltecido. Não poderia ser um convite normal. Por isso a surpresa de pegar de forma coercitiva para ver o que um estava dizendo e o que o outro estava dizendo. Somos a favor de toda e qualquer investigação, seja do PMDB ou de qualquer outro partido”, disse ela ao defender as investigações.
Sinhasique relatou que, segundo depoimento à Polícia Federal, o senhor Sebastião de Souza contou que tentaram suborna-lo com uma caminhonete, no valor de R$ 70 mil, e o pagamento de um aluguel de R$ 4 mil. “Ainda tentaram comprar o senhor Sebastião com um aluguel de R$ 4 mil e uma caminhonete de R$ 70 mil”, pontua.
A peemedebista acrescentou que os desvios são refletidos na falta de recursos para recuperar os ramais e garantir o escoamento da produção.  “O que vemos é o homem do campo reclamando de buracos, ramais sem condições, pontes quebradas. O isolamento. Tudo isso por conta de desvios de recursos. São desvios de R$ 700 milhões. É muito dinheiro para um estado do tamanho do Acre.  A Operação Buraco, Asfixia e, inclusive, a Lava Jato deveriam chegar ao Estado do Acre para investigar obras não concluídas como o Hospital de Brasileia, a Upa de Cruzeiro do Sul, o Huerb. Se formos falar do Ruas do Povo, PAC 1,2 e 3, certamente o rombo é muito maior. Por isso precisamos da Polícia Federal”, argumenta.
A líder do PMDB na Aleac rebateu o pronunciamento do deputado Daniel Zen (PT). Disse que a absolvição do prefeito Marcus Alexandre em 38 processos, ainda da época em que foi diretor-presidente do Deracre, se deu pelo fato dele ter pago, com dinheiro do Deracre, duas bancas de advogados renomadas, uma em Rio Branco e outra em Brasília para acompanhar os processos.
“Sabe por que ele se livrou de 38 processos que respondia no Deracre? Porque contratou dois escritórios de advocacia pagos pelo Deracre para defendê-lo, apesar de ter dentro do Deracre os seus próprios advogados. Uma média de R$ 480 mil foi o que custou para ele se livrar desses processos. Dinheiro do povo, dinheiro de gasolina, de máquina. Dinheiro que ele usou para se livrar de 38 processos”, completa.
Finalizando, Sinhasique pediu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AC) que esteja atento ao possível uso da máquina pública para beneficiar candidatos da Frente Popular do Acre (FPA). “O negócio é tão cínico que dia 26 de outubro agora o Deracre comprou 800 caixas de papel A4 ao preço de R$ 219,33 cada O Deracre teria que usar 18 mil folhas por dia, durante um ano, para poder usar essas 800 caixas. O Idaf está comprando 1.500 caixas de papel A4. Será que o Idaf vai emitir uma GTA para cada animal. Isso é papel para campanha, para fazer santinho em 2018. Eles massacram, são um trator, pegam o dinheiro do povo para fins eleitoreiros. Alô Tribunal Regional Eleitoral! O povo do Acre não aguenta mais ver as eleições sendo tomadas do jeito que são”, relata.
Fonte: Secom Aleac

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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