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Entre os federais do AC, dois não receberão denúncia contra Temer, cinco dirão “sim” e um não sabe

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Plenário Dep. Flaviano Melo PMDB-AC
Fotog: Gilberto Nascimento


Os deputados federais Flaviano Melo e Jéssica Sales, ambos do PMDB, estão na minoria de parlamentares (64) que não aceitarão a denúncia contra o presidente Michel temer no Congresso Nacional. O deputado Alan Rick (DEM)  figura entre os 292 políticos que ainda “não sabem, não responderam  ou não querem se manifestar por enquanto”. César Messias, Léo de Brito, Raimundo Angelim, Rocha e Moisés Diniz votarão pelo recebimento da denúncia em que Temer é acusado por corrupção passiva. Esses últimos formam um grupo de 157 políticos na Câmara Federal. No plenário, serão necessários 342 votos para a denúncia ser recebida na câmara.
Nesta segunda-feira, na Comissão de Constituição e Justiça, será lida a denúncia da Procuradoria Geral da República e o voto do relator, deputado Sérgio Sweiter, também do PMDB. Ele dirá se aceita ou não o pedido de abertura de processo de cassação do presidente, em julgamento pelo Supremo Tribunal Federal.
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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