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Fotos: Estado ordena ocupação militar na Cidade do Povo. PM chega ao endereço dos chefes do tráfico

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Policial encapuzado revira móveis na casa de suspeito, na manhã desta sexta-feira


As forças de segurança ligadas ao Estado do Acre deram início, ainda na madrugada desta sexta-feira, á chamada ocupação militar na Cidade do Povo. A região concentra uma das maiorias incidências do tráfico de drogas  e predominância das fações criminosas. Militares e agentes civis, com os endereços em mãos, acordaram suspeitos e seus familiares e reviraram móveis e gavetas em busca de indícios de crime. Foram apreendidos motocicletas, jóias e dinheiro

Policial guarda a casa enquanto outros militares buscam suspeitos


Agente escreve PAZ onde havia Bonde dos 13


Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão nos endereços dos chefões do crime nessa região de Rio Branco. Há intenso movimentação na Vara de Execuções Penais. A Sejusp deve convocar coletiva à imprensa ao longo do dia.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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