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Expoacre vem aí: Wesley Safadão tem cachê de R$ 600 mil e Bruno e Marrone, R$ 350 mil

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Cachês exorbitantes serão pagos às principais atrações da Expoacre 2017. O mais caro, estimado entre R$ 500 mil a R$ 600 mil, será o do cantor Wesley Safadão. Faltam cerca de 35 dias para a cavalgada, que voltará a ocorrer num sábado. Wesley Safadão é listado pelo Portal R& como um dos artistas mais caros da atualidade, ficando atrás apenas de Roberto Carlos, Ivete Sangalo e Zezé Di Camargo e Luciano. Safadão se tornou referencia em hits. Todas as participações especiais realizadas com o cantor se tornaram sucessos nas rádios. Do forró ao sertanejo, ele conquistou multidões e faz shows pelo país cobrando o cachê de R$ 500 a 600 mil. É um dos shows mais caros do Brasil, porém ele consegue lotar suas apresentações com mais de 3 horas de duração”, diz a publicação.

Bruno e Marrone

A dupla sertaneja Bruno e Marrone também foi confirmada na Expoacre pela Secretaria de Turismo e pelo assessor especial do governo, Dudé Lima. Os sertanejos cobram cerca de R$ 350 mil, sem contar a produção local para o evento e outras obrigações do contratante, como hospedagem, passagens e alimentação. O Gabinete Civil do governador Tião Viana não comentou os valores que serão pagos, embora os tempos de crise exijam austeridade e economia dos recursos públicos.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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