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Fieac peita MAPA, elogia Peixes da Amazônia e chama imprensa de “irresponsável”

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A Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) avalia como negativa a forma como foi divulgada a notificação do MAPA à indústria Peixes de Amazônia, que foi acusada de comercializar produto sem condições de consumo humano. “Fruto de uma parceria público-privada-comunitária, o Complexo de Piscicultura Peixes da Amazônia S/A está entre os empreendimentos mais modernos do Acre e é exemplo para o Brasil. É irresponsável e precipitado fazer tamanha divulgação sem uma única contraprova. Essa acusação só traz prejuízos ao Acre”, avalia José Adriano Ribeiro, presidente da FIEAC.
A Federação das Indústrias reconhece o esforço e investimento do governo do Acre em fortalecer a piscicultura no Estado, que tem incansavelmente buscado alternativas para aumentar as potencialidades e oportunidades no setor, e, consequentemente, o desenvolvimento econômico e social.
Todo este esforço ganhou reconhecimento e mercado. Hoje, a empresa – que gera aproximadamente 160 empregos diretos e trabalha com mais de 6 mil pequenos médios e grandes produtores – tem clientes renomados, no Brasil, como as lojas Swift, redes de fastfoods Applebeer´s, grupo Pão de Açúcar e no exterior.
“A empresa possui uma credibilidade reconhecida. Lamentamos que os produtos da empresa sejam colocados em xeque por uma matéria precipitada. O momento é de nos unirmos em prol do desenvolvimento do Acre. Torcer pelo fracasso da Peixes da Amazônia é torcer pelo fracasso do nosso próprio Estado”, disse José Adriano.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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