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Filha de Wilson Pinheiro sai do PT e cutuca: “não tem projeto para a sociedade”

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A ex-vereadora pelo município de Epitciaolândia, Hiamar Pinheiro, anunciou a sua desfiliação do partido pelo qual o seu pai, o sindicalista Wilson Pinheiro, deu literalmente a vida. “O PT não vai repensar os seus erros. Também não acredito naquela forma de pensar e fazer política”, declarou ela, reiterando que o partido perdeu a razão da sua existência.
A ativista não acredita que o estatismo e a vinculação com os movimentos sociais possam trazer respostas para os problemas do Brasil. “Precisamos de projeto de nação e não de poder”, critica Hiamar, que defende o empreendedorismo e a livre iniciativa como forma geração e distribuição de riquezas.
Hiamar é professora aposentada e passa os dias atuais em um sítio da família. Foi presidente da Câmara de Vereadores e secretária de Esporte do município. “Essa nova fase da minha vida me lembrou um poema do escritor Fernando Sabino, que é mais ou menos assim: façamos da queda uma dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte e da procura um encontro”, filosofou a ativista política.

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Quem foi Wilson Pinheiro

Wilson de Souza Pinheiro (1933-1980) foi seringueiro, agricultor e presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia. Também foi membro da Comissão Municipal Provisória do PT naquele município.
Liderou o que ficou conhecido como mutirão contra jagunçada, episódio em que centenas de trabalhadores marcharam contra bandidos que ameaçavam os posseiros da região, preservando, ao mesmo tempo, a floresta amazônica.
Tomaram dezenas de rifles e entregaram as armas ao Exército. O desfecho do episódio foi trágico. Acuados pela liderança de Pinheiro, latifundiários da região mandaram matar o seringueiro na noite de 21 de julho de 1980.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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