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Fogás admite que estoque e abastecimento do GLP está comprometido no Acre

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A assistente de Marketing da Fogás em Manaus, Adriele Nunes, disse ao acjornal.com que o estoque do GLP (gás de cozinha) está comprometido no Acre, com possibilidade de agravamento no Vale do Juruá. “A logística de abastecimento de Rondônia e Acre, entre os meses de agosto até outubro envolve um nível de complexidade pelo fato de todos os rios da margem direita do rio amazonas (juruá, purus, madeira, etc…) estarem no período da vazante e isto gera um impacto na logística”, relatou ela em email enviado á redação.
“As restrições são decorrentes da necessidade de se transportar menos carga no trecho Manaus até Porto Velho e também da restrição de navegação noturna por determinação da Capitania dos Portos. Portanto, as empresas transportam menos produto e também a viagem chega a demorar aproximadamente 48 horas a mais que no período da normalidade de navegabilidade do rio madeira”.
A lentidão na travessia da balsa sobre o Rio Madeira é agravante, segundo a Fogás.  “A demora da travessia do Rio Abunã tem dificultado expressivamente a logística de abastecimento de combustíveis do Acre. A conclusão das obras da ponte sobre o Rio Abunã  se trata de uma necessidade urgente para assegurar o abastecimento do Acre.”, concluiu.
A empresa emitirá nota pública aos consumidores ainda nesta semana. Há previsão de a demora na travessia do Abunã cause ainda mais problemas, pois não há previsão de o rio ganhar volume de água nos próximos dias.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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