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Henrique Afonso, que atacou o “projeto vencido do PT” e criticou “abandono” aos municípios pelo governo, já não defende a alternância de poder e volta para casa

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Ex-deputado volta á Frente Popular


O ex-deputado federal Henrique Afonso não concorda mais com a tese da alternância do poder. Seu discurso era esse três anos atrás, quando decidiu apoiar o então candidato ao governo do Acre, Márcio Bittar (PSDB), após ser derrotado, em primeiro turno, como candidato a vice de Tão Bocalom. “Entendo que alternância de poder é necessária para que a gente possa trazer novos ventos e melhores dias para o povo acreano”, comentou ele á época, questionado sobre o fato de estar no PV, partido que apoiou a reeleição de Tião Viana, mas declaradamente puxador de votos para a chapa tucana. A conveniência política em detrimento do interesse coletivo comprovou-se com o surpreendente retorno de Henrique Afonso à Frente Popular, em ato informal no gabinete do governador Tião Viana, aberto apenas para os fotógrafos oficiais do governo.
Os de boa memória (isso não é privilégio da maioria dos eleitores) lembram de declarações politicamente corretas do ex-deputado no calor da campanha passada, quando o PT e a Frente Popular lhe causavam certa repugnância. E disse ele ao jornalista Nelson Liano: “acho que a gente hoje vê o Acre e, especialmente os municípios, como Cruzeiro do Sul, em estado de abandono. Esse projeto da FPA está vencido do ponto de vista dos pilares fundamentais que faziam parte da sua agenda, eles se perderam. Infelizmente não têm dado respostas aos problemas.
Hoje o que nós estamos vivendo são os transtornos provocados por esse projeto que, se Deus quiser, nós vamos ter mudanças profundas na política do Acre, em 2018”, disse Afonso quando era candidato a prefeito de Cruzeiro do Sul, no ano passado, exatamente pela PSDB. Deus, aliás, é a quem se apega o presidente do PSL (a noiva sigla de Henrique Afonso), Pedro Longo, diretor-geral do Detran. “Por seu histórico de político ético e com fortes bases no segmento evangélico”, avaliou o presidente da legenda referindo-se à nova aquisição.
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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