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A história de Daniel, dependente químico, preso no Centro de Rio Branco, que vivia na Cracolândia e foi atropelado em SP antes de ser reconhecido em reportagem do Cidade Alerta

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Resgate do Helicóptero Águia, da polícia de SP, a Daniel, atropelado na Avenida Paulista


Daniel Klifer Leitão Viana, o vulgo “Treme-Treme”, detido nesta quarta-feira sob a acusação de arranhar veículos de mulheres no Centro de Rio Branco, vivia na Cracolândia, em São Paulo. Foi localizado pela família e trazido para o Acre após uma reportagem especial sobre drogas, veiculada nacionalmente no Programa Cidade Alerta, da TV Record. O rapaz chegou a ser atropelado na capital paulista, cinco anos atrás, e é irmão do jornalista Alexandre Viana, ex-funcionário da Secretaria de Comunicação do Acre e, atualmente, na Ufac.

Decisão de 2013, quando a irmã e advogada de Daniel pediu internação compulsória


A advogada Inês Barros Leitão, irmã de Daniel, chegou a mover uma ação  em 2013 pedindo a condenação do Estado do Acre por omissão. Na ção, a advogada pediu a internação compulsória do irmão. A advogada revelou, em processo público, que Daniel havia sido interditado parcialmente, apresentando sequelas físicas e mentais, sendo, inclusive, dependente químico, e que, em razão desse fato, vem manifestando comportamento extremamente agressivo com familiares e vizinhos. Daniel, diz a advogada, fugiu de uma clínica onde recebia tratamento e, naquela época, já estava com a sua capacidade de discernimento comprometida. “Ele não aceita submeter-se voluntariamente a qualquer tratamento, colocando permanentemente em risco a sua vida e a de terceiros”, justificou a advogada à época.
A ação pediu, ainda, que Daniel, por força de decisão liminar, fosse submetido a prévia avaliação diagnóstica por médico habilitado para posterior internação compulsória em clínica especializada no tratamento de dependentes químicos. À época, um juiz da Comarca de Rio Branco reconheceu o direito à internação compulsória, alvo principal da ação, mas se disse impedido para julgar o caso, que, segundo despachou, é atribuição exclusiva da Vara de Família.
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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