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Homem que tentou matar os cinco filhos queimados deixa família inteira desamparada. Ajude com roupas e alimentos

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Wiris paulo da Silva, de 36 anos, um pai desnaturado, completamente alcoolizado, tentou matar seis filhos queimados, no Ramal da Castanheira, na Vila Acre, na última quinta-feira. A mulher havia sido agredida e decidiu prestar queina na delegacia. Ao ser avisado por um dos filhos que seria denunciado, Wiris colocou as crianças dentro da residência e disse; “agora vocês vão morrer”.
Os menores conseguiram fugir quando o homem se distraiu para apanhar um terçado no cômodos que fica nos fundos da casa. A casa já era tomada pelas labaredas quando ele percebeu que o seu plano havia fracassado. Em seguida, Wiris se escondeu na escuridão do ramal, mas foi capturado pela polícia e já está no presídio Francisco D ´Oliveira Conde, onde aguarda julgamento. Todos os pertences das crianças e da esposa foram devorados pelo fogo. Nada foi salvo. Dois cachorros de estimação morreram carbonizados.
O casal vivia sob o mesmo teto há 17 anos. Ele é paraibano e trabalhava como serviços gerais na empresa Tapiri, que fornece alimentação aos presídios. A mulher, natural de Boca do Acre (AM), conta que a separação já estava acertada, mas havia divergências sobre quem deveria deixar a casa. “Um dia antes dele fazer isso, ele disse para minha filha de 12 anos que sairia da casa. Me s enti aliviada, pois já não aguentava ser tratada como um animal na frente dos meus filhos”, disse a mulher.
A triste história é relatada pela própria mãe, dona Silma de Oliveira, que agradece a Deus pela vida dos filhos, e se apega à solidariedade do grupo “Tudo por um Sorriso”, que faz assistencialismo voluntário no Estado do Acre. O locutor Marcelo Gomes, um dos voluntários do grupo, visitou a família e abriu uma campanha para sensibilizar os cidadãos que tenham condições de fazer doações, especialmente alimentos e roupas para as cinco crianças (elas têm 15, 13, 12, 11 e 8 anos). Dona Silma e os filhos estão morando de favor na casa de uma amiga, e temem que o marido violento deixe o presídio e volte a ameaçar a família.
Quem puder ajudar deve fazer contato pelo número 99236-8871
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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