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Huerb autoriza colete, mas nega uso de arma. “Os dias são tensos”

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Vigilante agora usa colete à prova de balas, mas precisam de uma arma para proteger a si, aos funcionários, aos pacientes e ao patrimônio público


O acesso ao Centro Cirúrgico do Hospital de Urgência e Emergência (Huerb), pela chamada porta de baixo, ainda é intenso após a invasão que mandou para a ITU um vigilante, na semana passada. O trabalhador foi alvejado abaixo da costela e, após ser submetido a cirurgia, apresenta quadro clínico estável.

Insegurança

Pressões da sociedade, de parentes de pacientes e dos sindicatos não sensibilizaram a direção da unidade como se esperava. O governo autorizou o uso de coletes à prova de balas, mas os vigilantes que dão plantão ali permanecem desarmados.

Risco calculado

A direção do hospital alega que existe uma cláusula no contrato com a empresa que contrata os vigilantes, segundo a qual há risco de pacientes se apossarem da arma de fogo num eventual descuido. Um funcionário que pediu anonimato afirmou que a direção do Huerb sustenta o seguinte argumento: os vigilantes quase sempre são chamados na ala de pacientes com doenças mentais, havendo perigo iminente. Os vigilantes não falam abertamente sobre a insegurança no trabalho, mas admitem que o plantão quase sempre é tenso.
Coletes e armas são fornecidos apenas aos vigilantes que trabalham nas portarias da Emergência e Acolhimento. O vigia do portão que dá acesso ao necrotério também só usa a farda como instrumento de intimidação.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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